Celulite: por que aparece e quais tratamentos podem melhorar seu aspecto

Ilustração de pele com relevo ondulado e pequenas depressões ampliada por lente, capa do artigo sobre celulite

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Pontello Corpo e Saúde · Londrina

Em poucas palavras

Celulite é a alteração no relevo da pele, com ondulações e pequenas depressões, mais comum em coxas e glúteos. Ela aparece em mulheres de todos os pesos, inclusive nas magras e ativas, e não é considerada uma doença.

O que pode melhorar o aspecto depende de três componentes que costumam aparecer juntos: as depressões, a firmeza da pele e a gordura localizada. Duas pessoas com celulite parecida podem precisar de cuidados diferentes, conforme o que predomina em cada uma.

Os tratamentos podem suavizar as irregularidades e melhorar características associadas, como a firmeza da pele e o contorno. A intensidade e a duração da melhora variam conforme o caso e a abordagem utilizada.

Se você quer entender o que predomina no seu caso, a equipe da Pontello Corpo e Saúde avalia e explica quais opções fazem sentido para você, e quais não fazem.

Atendimento da Pontello Corpo e Saúde em Londrina.

O que é celulite e por que ela aparece

Logo abaixo da pele existe uma camada de gordura dividida em pequenos compartimentos. Esses compartimentos são separados por septos, faixas fibrosas que prendem a pele às estruturas mais profundas. Na celulite, a gordura empurra a pele para cima, enquanto alguns septos a puxam para baixo. O resultado são ondulações e pequenas depressões nos pontos onde a pele fica “presa” [2].

Nas mulheres, esses septos tendem a ficar perpendiculares à pele, o que favorece o relevo irregular. Nos homens, eles se cruzam e dão mais sustentação, e por isso a celulite é muito menos comum entre eles [2]. Hormônios, genética, espessura da pele, envelhecimento e variações de peso também influenciam [1][2].

Por isso, a celulite não depende só da quantidade de gordura. Uma mulher magra e ativa pode ter septos curtos e firmes que formam depressões visíveis, sobretudo de pé ou ao contrair a musculatura. A Sociedade Brasileira de Dermatologia estima que ela afete cerca de 95% das mulheres após a puberdade [1]. Tratar é uma escolha, não uma obrigação.

Celulite estética não é infecção. O mesmo nome é usado para uma infecção bacteriana da pele, que causa vermelhidão, calor, inchaço e dor, às vezes com febre. Essa infecção não tem relação com o relevo da celulite estética e exige atendimento médico rápido.

Celulite, gordura localizada e flacidez: como diferenciar

As três aparecem com frequência na mesma região. Separar o que pertence a cada uma ajuda a entender o que um tratamento pode, de fato, melhorar.

Situação O que se observa O que o cuidado procura
Celulite Ondulações e depressões no relevo da pele, mais visíveis de pé, sob luz lateral ou ao apertar a região. Suavizar o relevo. Depressões marcadas por septos podem exigir uma abordagem própria.
Gordura localizada Volume concentrado em uma área, que altera o contorno. O exame diferencia o que vem do tecido adiposo, da pele ou da musculatura. Reduzir volume e melhorar o contorno, o que não corrige as depressões.
Flacidez Pele com menos firmeza, que se acomoda ou forma pregas finas, comum após emagrecimento e com o envelhecimento. Melhorar firmeza e qualidade da pele, de forma parcial e gradual. Excesso importante de pele não se resolve com tecnologias.
As três podem coexistir. A proporção entre elas orienta o planejamento.

Se a sua dúvida envolve especificamente os glúteos, o artigo sobre o que realmente define o formato do bumbum explica como ossos, músculos, gordura e firmeza da pele interferem no contorno.

Há também condições que não são celulite. O lipedema, por exemplo, é uma doença do tecido adiposo, mais frequente em mulheres, com acúmulo de gordura nodular e muitas vezes dolorosa em glúteos, quadris e membros, que responde pouco a dieta e exercício [12]. Ele não se identifica pela aparência da celulite e precisa de avaliação médica.

Como cada componente muda o planejamento

É comum ouvir que a celulite tem “graus” 1, 2 ou 3. Essas classificações ajudam a conversar, mas não bastam para escolher um tratamento. As escalas usadas em pesquisa avaliam vários itens ao mesmo tempo, como o número e a profundidade das depressões, o aspecto da superfície e a flacidez associada [5]. Na prática, a pergunta mais útil é: o que predomina na sua região?

Quando predominam as depressões

Ondulações difusas e rasas costumam responder de forma diferente de depressões bem marcadas e isoladas, que geralmente estão ligadas a septos. Também importa quando elas aparecem: só ao apertar a pele, de pé em repouso ou até deitada. Depressões marcadas e presentes em repouso estão ligadas aos septos. Os recursos de aquecimento, de ondas acústicas e de redução de gordura discutidos neste artigo não foram desenhados para seccioná-los; em casos selecionados, essas depressões podem pedir uma abordagem médica dirigida aos septos, como a subcisão [6].

Quando há gordura localizada

Parte do incômodo passa a ser o volume e o contorno. Reduzir essa gordura pode deixar a região mais harmônica, mas não solta os septos: as depressões podem continuar e, se a pele perder sustentação, até ficar mais visíveis [2]. Nesse cenário, volume e relevo são tratados como alvos diferentes.

Quando há flacidez

A pele menos firme se acomoda sobre as irregularidades e acentua o aspecto ondulado. Isso é frequente depois de grandes perdas de peso, com o envelhecimento e após gestações. Aqui, focar só na redução de gordura pode piorar a percepção da celulite. Recursos que estimulam o colágeno podem melhorar a firmeza aos poucos, mas firmeza maior não libera depressões causadas por septos.

Quando os três aparecem juntos

Associar tratamentos faz sentido quando cada recurso tem um alvo próprio e justificado, por exemplo um voltado à gordura e outro à firmeza da pele. A associação precisa ter uma finalidade clara. Utilizar mais recursos não garante uma melhora maior. A ordem também é definida caso a caso e revista ao longo do acompanhamento.

O que os tratamentos podem e não podem fazer

A pesquisa sobre celulite tem uma limitação conhecida: muitos estudos são pequenos, acompanham as pacientes por pouco tempo e medem os resultados de formas diferentes. Uma revisão de 2015 não encontrou evidência clara de boa eficácia em nenhum dos tratamentos avaliados [3]. Revisões mais recentes mostram avanços em algumas técnicas, sobretudo nas que atuam sobre os septos [2], mas ainda descrevem a qualidade dos estudos sobre aparelhos não invasivos como baixa [4]. Isso não significa que esses aparelhos não funcionem: significa que faltam estudos melhores para medir quanto e por quanto tempo funcionam [4].

Também é importante saber o que cada estudo mediu. Redução de gordura, aparência da celulite e firmeza da pele são resultados diferentes, e um bom resultado em um deles não garante o mesmo nos outros. Da mesma forma, um estudo feito com um aparelho não vale automaticamente para outro da mesma categoria.

Radiofrequência

Aquece a pele e o tecido logo abaixo, com o objetivo de estimular o colágeno. Estudos clínicos mostram melhora do aspecto da celulite, geralmente com várias sessões e com efeito que diminui com o tempo [2]. Não solta os septos.

Ondas acústicas

Pulsos mecânicos aplicados sobre a pele que fazem o tecido conjuntivo vibrar. Estão entre os poucos recursos não invasivos com algum indício de benefício na aparência da celulite, em geral com seis a oito sessões [3][8]. Os estudos, porém, usam aparelhos diferentes, têm qualidade variável e quase nunca acompanham as pacientes por mais de um ano [8].

Micro-ondas

Aquecem o tecido adiposo e o tecido conjuntivo. Para celulite e gordura localizada, os dados vêm de estudos pequenos, em boa parte sem grupo de comparação, e os próprios especialistas que publicaram recomendações sobre o método apontam a falta de dados de longo prazo [9].

Ultrassom focalizado e criolipólise

São recursos voltados à redução de gordura localizada. A criolipólise, que resfria o tecido adiposo de forma controlada, teve redução da camada de gordura tratada demonstrada em revisão sistemática [10]. Esses estudos avaliaram gordura, não a aparência da celulite. Por isso, ultrassom focalizado e criolipólise não tratam diretamente as depressões: entram no plano quando o volume faz parte do incômodo.

Estimulação muscular

Alguns aparelhos provocam contrações musculares intensas e repetidas, com foco em tônus e sustentação muscular. Isso pode ajudar no contorno, mas não age sobre os septos nem sobre o relevo da pele, e não substitui o exercício.

Subcisão

Procedimento médico, feito com anestesia local, em que um instrumento é introduzido sob a pele para soltar os septos que puxam as depressões. É indicada para depressões presentes em repouso, não para as que aparecem só ao contrair a musculatura [6]. Os estudos mostram melhora em casos selecionados, com efeitos esperados como hematomas dolorosos e possíveis manchas que podem durar meses [2][6]. A página sobre subcisão explica indicações, cuidados e recuperação. Quando considerada, é indicada e realizada por médico.

Cremes, suplementos e massagens

A maior parte dos cremes e suplementos não tem eficácia comprovada para celulite, embora a hidratação melhore a aparência da pele. Massagens e drenagem podem melhorar o aspecto por pouco tempo, sem resultado duradouro demonstrado [1][2].

Recursos da Pontello Corpo e Saúde e como podem entrar no planejamento

Os recursos abaixo são opções, não um pacote. Cada um só é considerado quando a avaliação identifica um alvo que ele pode ajudar. A evidência varia conforme a modalidade, o equipamento e o resultado avaliado.

  • Unyque PRO (Body Health, distribuída no Brasil pela Contourline). Reúne três recursos: radiofrequência com resfriamento da superfície (Cryo RF Max), radiofrequência associada a sucção para mobilizar os tecidos (ReFreeze) e ultrassom focalizado voltado ao tecido adiposo (HImFU). O que procura melhorar: a firmeza da pele, com a radiofrequência, e o volume de gordura localizada, com o ultrassom focalizado. Quando pode participar: quando flacidez e gordura localizada se somam às ondulações. Principal limitação: atua sobre firmeza e volume e não secciona os septos das depressões marcadas. Mais detalhes na página da plataforma Unyque PRO.
  • Supreme PRO (Contourline). Combina dois recursos com papéis diferentes. A estimulação muscular eletromagnética provoca contrações involuntárias e repetidas, voltadas ao tônus e à sustentação muscular. A radiofrequência aquece os tecidos da região tratada. O que procura melhorar: o tônus muscular e o contorno; segundo o próprio fabricante, o efeito sobre a firmeza da pele é indireto, pela melhor sustentação muscular. Quando pode participar: quando o planejamento inclui recuperar tônus e sustentação da musculatura, por exemplo após emagrecimento ou em quem perdeu massa muscular. Principal limitação: não age sobre o relevo da pele nem sobre os septos, e não substitui o treino de força.
  • X-Wave (BTL). Ondas acústicas que fazem o tecido conjuntivo vibrar. O que procura melhorar: a aparência do relevo, especialmente as ondulações difusas. Quando pode participar: quando predomina a celulite difusa, com ou sem flacidez leve. Principal limitação: os estudos da modalidade usam aparelhos diferentes, têm qualidade variável e acompanhamento curto [8].
  • Onda Coolwaves (DEKA). Micro-ondas que aquecem o tecido adiposo e o tecido conjuntivo. O que procura melhorar: a gordura localizada e a ondulação associada. Quando pode participar: quando volume e relevo irregular aparecem juntos na mesma região. Principal limitação: os dados publicados vêm de estudos pequenos e ainda faltam resultados de longo prazo [9].
  • CriUSculpt (HTM), criolipólise com aplicadores de placas e de sucção. O que procura melhorar: o volume de gordura localizada. Quando pode participar: quando a gordura localizada é parte relevante do incômodo. Principal limitação: reduzir gordura não solta os septos; quando volume e depressões coexistem, cada componente é avaliado e tratado separadamente.

Os procedimentos do núcleo são realizados pela equipe da Pontello Corpo e Saúde, formada pela esteticista Betânea Nonato e pela biomédica Allana Gomes, conforme o planejamento e a habilitação de cada profissional. Quando a avaliação identifica algo que pede olhar médico, ou uma indicação como a subcisão, há integração com os dermatologistas da Pontello.

Exercício, composição corporal e emagrecimento

Ganhar peso tende a piorar a celulite, porque aumenta a camada de gordura [2]. Perder peso tem efeito variável. Em um estudo com mulheres em programas supervisionados de emagrecimento, a maioria teve melhora, mas houve piora em parte delas, associada a peso inicial mais baixo, perdas menores e aumento da frouxidão dos tecidos [7]. Os septos que se alongaram durante o ganho de peso nem sempre se retraem depois, e perdas muito grandes podem deixar a pele flácida [2]. Por isso, algumas pessoas percebem a celulite mais aparente depois de emagrecer.

Exercício regular, especialmente o treino de força, melhora a composição corporal, o tônus e a firmeza da região, e a Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda associá-lo aos tratamentos [1]. Ele não elimina a celulite, mas pode aumentar a proporção de músculo em relação à gordura e melhorar a sustentação da região, o que tende a deixar o contorno mais firme e uniforme.

O que esperar: tempo, manutenção e limites

O objetivo realista é suavizar o aspecto, não deixar a pele sem nenhuma irregularidade. A melhora costuma ser gradual, ao longo de semanas ou meses, e varia de pessoa para pessoa conforme o que predomina, a resposta individual e a regularidade do plano. Não existe um prazo que valha para todas.

Como as causas da celulite continuam presentes, os resultados dos tratamentos não invasivos tendem a diminuir com o tempo, e a manutenção costuma fazer parte do cuidado [1][2]. Vale conversar abertamente, na avaliação, sobre o que você espera e quanto tempo e investimento cabem na sua rotina.

Segurança e efeitos adversos

Os tratamentos não invasivos costumam ser bem tolerados. Os efeitos mais comuns são vermelhidão, calor, sensibilidade e inchaço passageiros. Nas tecnologias que aquecem os tecidos, energia ou pressão excessivas podem causar lesões mais sérias, como necrose de pele ou de gordura, descritas por exemplo com micro-ondas [9]. Isso reforça a importância de equipamento adequado e de profissional habilitado.

Na criolipólise, os efeitos habituais são leves e passageiros, como vermelhidão, inchaço e dor [10]. Uma complicação rara é a hiperplasia adiposa paradoxal: em vez de diminuir, a área tratada fica mais volumosa e endurecida, geralmente dois a quatro meses depois. Até o momento não há relato de regressão espontânea, e a correção costuma ser cirúrgica [11]. Por isso, o acompanhamento após a criolipólise faz parte do cuidado.

Cada tecnologia tem contraindicações próprias. Para as micro-ondas, por exemplo, gestação, marcapasso e câncer em atividade estão entre as principais [9]. Essa triagem faz parte da avaliação.

Quando procurar avaliação médica

Procure um médico, e não um tratamento estético, se houver:

  • Vermelhidão, calor, dor e inchaço na pele, com ou sem febre.
  • Inchaço em apenas uma perna, especialmente com dor na panturrilha.
  • Acúmulo de gordura desproporcional em quadris, pernas ou braços, sobretudo se doloroso.
  • Nódulos endurecidos, dor persistente ou mudança rápida do aspecto da região.
  • Aumento de volume, endurecimento ou dor que surgem ou persistem depois de um procedimento.

Como é a avaliação na Pontello Corpo e Saúde, em Londrina

A avaliação é o ponto de partida. A equipe conversa com você sobre o que incomoda e o que você espera, examina a região e procura entender o que predomina: depressões, flacidez, gordura localizada ou a combinação delas. Também considera seu histórico, sua rotina, tratamentos anteriores e situações que pedem cautela.

Em seguida, o plano é explicado com clareza: quais recursos fazem sentido, por que, em que ordem e quais limites esperar. Também pode ficar claro que algum recurso não é indicado, que o caso pede a avaliação de um dermatologista da Pontello ou que o melhor caminho, naquele momento, é não tratar.

Para entender o que pesa no seu caso e quais opções fazem sentido, agende uma avaliação com a equipe.

Atendimento da Pontello Corpo e Saúde em Londrina.

Perguntas frequentes

Sou magra e tenho celulite. Por quê?

Porque a celulite depende da estrutura dos septos, da pele, dos hormônios e da genética, e não só da quantidade de gordura. Ela é comum também em mulheres magras e ativas.

Como saber se é celulite, gordura ou flacidez?

Celulite é a alteração do relevo, com depressões. Gordura localizada é o acúmulo de tecido adiposo que altera o contorno. Flacidez é a perda de firmeza da pele. Muitas vezes as três estão presentes; no exame, a avaliação diferencia o que vem do tecido adiposo, da pele e de outras estruturas, como a musculatura.

Criolipólise melhora celulite?

A criolipólise reduz gordura localizada. Pode fazer parte do plano quando o volume contribui para o incômodo, mas não trata diretamente as depressões da celulite.

Emagreci e a celulite ficou mais aparente. O que aconteceu?

Com a perda de peso, a pele pode perder sustentação, e os septos alongados nem sempre se retraem. Nesse caso, o cuidado costuma priorizar a firmeza da pele e o relevo, mais do que a redução de gordura.

Qual é o melhor tratamento para celulite?

Não existe um melhor para todas. O mais adequado depende do que predomina na região, das suas expectativas e das suas condições de saúde.

Celulite nas pernas, nas coxas e no bumbum se trata da mesma forma?

Nem sempre. Cada região tem espessura de pele, distribuição de gordura e grau de flacidez diferentes, o que pode mudar a escolha dos recursos.

Onde fazer uma avaliação de celulite em Londrina?

A Pontello Corpo e Saúde faz avaliações de celulite, flacidez e gordura localizada em Londrina, com agendamento pelo WhatsApp (43) 3323-7860.

Referências

  1. Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Celulite. Acesso em: 20 out. 2026.
  2. Gabriel A, Chan V, Caldarella M, Wayne T, O’Rorke E. Cellulite: current understanding and treatment. Aesthet Surg J Open Forum. 2023;5:ojad050. DOI: 10.1093/asjof/ojad050
  3. Luebberding S, Krueger N, Sadick NS. Cellulite: an evidence-based review. Am J Clin Dermatol. 2015;16:243-256. DOI: 10.1007/s40257-015-0129-5
  4. Longano C, de Faria Coelho C, Buslik SA, et al. Does electrophysical agents work for cellulite treatment? A systematic review of clinical trials. Lasers Med Sci. 2024;39(1):120. DOI: 10.1007/s10103-024-04068-1
  5. Hexsel D, Mazzuco R. Cellulite. In: Tosti A, Hexsel D, editores. Update in Cosmetic Dermatology. Berlin, Heidelberg: Springer; 2013. p. 21-32. DOI: 10.1007/978-3-642-34029-1_2. Capítulo dos autores que descreve a Cellulite Severity Scale, publicada originalmente em J Eur Acad Dermatol Venereol. 2009;23(5):523-528.
  6. Friedmann DP, Vick GL, Mishra V. Cellulite: a review with a focus on subcision. Clin Cosmet Investig Dermatol. 2017;10:17-23. DOI: 10.2147/CCID.S95830
  7. Smalls LK, Hicks M, Passeretti D, et al. Effect of weight loss on cellulite: gynoid lypodystrophy. Plast Reconstr Surg. 2006;118(2):510-516. DOI: 10.1097/01.prs.0000227629.94768.be
  8. Knobloch K, Kraemer R. Extracorporeal shock wave therapy (ESWT) for the treatment of cellulite: a current metaanalysis. Int J Surg. 2015;24:210-217. DOI: 10.1016/j.ijsu.2015.07.644
  9. Hoffmann K, Zappia E, Bonan P, et al. Microwave-energy-based device for the treatment of cellulite and localized adiposity: recommendations of the “Onda Coolwaves” International Advisory Board. Bioengineering. 2024;11(12):1249. DOI: 10.3390/bioengineering11121249
  10. Ingargiola MJ, Motakef S, Chung MT, Vasconez HC, Sasaki GH. Cryolipolysis for fat reduction and body contouring: safety and efficacy of current treatment paradigms. Plast Reconstr Surg. 2015;135(6):1581-1590. DOI: 10.1097/PRS.0000000000001236
  11. Mah AE, Razeghi P, Li C, et al. Incidence of paradoxical adipose hyperplasia after cryolipolysis: a systematic review and meta-analysis. Aesthet Surg J Open Forum. 2025;7:ojaf142. DOI: 10.1093/asjof/ojaf142
  12. Herbst KL, Kahn LA, Iker E, et al. Standard of care for lipedema in the United States. Phlebology. 2021. DOI: 10.1177/02683555211015887

Documentação dos fabricantes

Sobre este conteúdo

Autoria: Equipe Pontello Corpo e Saúde — Betânea Nonato, esteticista, e Allana Gomes, biomédica.
As informações sobre causas, evidências e segurança se apoiam nas referências acima; as descrições dos equipamentos seguem a documentação dos fabricantes. Este conteúdo é informativo e não substitui uma avaliação individual.

Se a celulite incomoda você, uma avaliação ajuda a separar o que é relevo, firmeza e volume, e a decidir com clareza se e como tratar.

Atendimento da Pontello Corpo e Saúde em Londrina.

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