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  • Tratamento do Melasma: Como Controlar as Manchas Segundo a Ciência

    Tratamento do Melasma: Como Controlar as Manchas Segundo a Ciência

    Tratamento do melasma: o que a ciência mostra hoje

    Revisão médica: Dr. Rubens Pontello Junior — dermatologista (CRM-PR 24645 | RQE 2050), Instituto Pontello (Londrina/PR).

    O tratamento do melasma mudou profundamente nos últimos anos. Hoje sabemos que essas manchas não surgem apenas pelo excesso de pigmento, mas pelo desequilíbrio de vários mecanismos da pele. Isso explica um roteiro que se repete em milhares de consultórios: meses de clareadores, melhora temporária e, pouco tempo depois, o melasma de volta.

    As evidências atuais mostram que controlar a doença exige mais do que clarear. É preciso compreender quais fatores a mantêm ativa, identificar os estímulos responsáveis pela pigmentação e construir uma estratégia individualizada.

    No Instituto Pontello, em Londrina, esse princípio orienta toda a avaliação conduzida pelo Dr. Rubens Pontello Junior: antes de indicar medicamentos, tecnologias ou procedimentos, entender a biologia da doença.

    Este guia percorre esse raciocínio do começo ao fim — o que o melasma é de fato, como ele funciona biologicamente, como o dermatologista escolhe o tratamento, o que a ciência já demonstrou, o que ainda investiga e como reduzir o risco de recorrência.


    Sumário

    Resposta rápida

    O tratamento do melasma combina diagnóstico individualizado, fotoproteção diária, medicamentos tópicos ou sistêmicos quando indicados, skincare de suporte e, em casos selecionados, tecnologias dermatológicas. O objetivo não é apenas clarear manchas: é controlar uma doença crônica da pele e reduzir suas recorrências ao longo do tempo. Não existe cura definitiva conhecida, mas existe controle consistente.


    O que você vai encontrar neste guia

    • O que realmente é o melasma — e por que não é apenas uma mancha.
    • Como a ciência explica o aparecimento e a persistência da doença.
    • Como o dermatologista define o tratamento ideal para cada paciente.
    • Quais tratamentos possuem melhor evidência científica.
    • Quando tecnologias como o RedTouch podem fazer parte da estratégia.
    • Quais erros comprometem os resultados.
    • Quais fatores fazem o melasma voltar e como reduzir esse risco.
    • O que a ciência ainda não sabe sobre a doença.

    O que é o melasma?

    O melasma é uma doença dermatológica crônica caracterizada por manchas acastanhadas ou acinzentadas, principalmente na face. As áreas mais acometidas são testa, bochechas, nariz, buço e mandíbula.

    Muitas pessoas enxergam apenas o aspecto estético, mas trata-se de uma alteração complexa do funcionamento da pele. Participam da doença alterações na produção de melanina, inflamação persistente, fatores hormonais, predisposição genética, alterações vasculares e danos provocados pela radiação ultravioleta, pela luz visível e pelo calor.

    Essa compreensão mudou a condução do tratamento do melasma: o objetivo deixou de ser clarear a pele e passou a ser controlar os processos biológicos que mantêm a doença ativa.

    Em uma frase: o melasma não é apenas uma mancha — é uma doença crônica que exige diagnóstico correto, acompanhamento médico e estratégia individualizada.

    ilustração sobre melasma: manchas na pele do rosto
    tratamento de melasma

    Por que o tratamento do melasma é diferente do tratamento de outras manchas?

    Nem toda mancha tem a mesma origem. Sardas, lentigos solares, hiperpigmentação pós-inflamatória e melasma envolvem mecanismos completamente distintos — e, portanto, tratamentos distintos.

    No melasma, o pigmento é apenas parte do problema. Existe uma interação contínua entre melanócitos, queratinócitos, fibroblastos, vasos sanguíneos e mediadores inflamatórios que mantém a pele em estado de ativação e favorece o retorno das manchas.

    Daí a consequência mais prática de todas: dois pacientes com manchas visualmente semelhantes podem responder de formas opostas ao mesmo tratamento. Um evolui bem apenas com fotoproteção e medicamentos tópicos; outro precisa de estratégias mais complexas e de manutenção prolongada.


    Por que entender a causa importa mais do que escolher um tratamento?

    Uma das maiores mudanças da dermatologia moderna foi reconhecer que o resultado depende menos da tecnologia empregada e muito mais da compreensão dos mecanismos que mantêm a doença ativa.

    Antes de decidir como tratar, é preciso entender por que aquela mancha existe. Esse raciocínio evita protocolos padronizados e permite escolher estratégias dirigidas aos fatores predominantes em cada paciente — a mesma lógica que orienta a avaliação no Instituto Pontello: primeiro a biologia da doença, depois o protocolo.


    Quais fatores favorecem o aparecimento do melasma?

    O melasma é multifatorial, mas alguns fatores aparecem com frequência tanto no surgimento quanto na recorrência:

    • Predisposição genética.
    • Exposição à radiação ultravioleta.
    • Luz visível, inclusive de ambientes internos e telas.
    • Calor excessivo.
    • Alterações hormonais.
    • Gravidez.
    • Uso de anticoncepcionais, em alguns casos.
    • Inflamações da pele.
    • Alguns medicamentos.

    É a permanência desses fatores que explica o comportamento crônico da doença — e por que a manutenção integra o tratamento desde o início, e não apenas o seu final.


    Como o melasma funciona biologicamente?

    Durante muitos anos acreditou-se que o melasma fosse apenas um excesso de melanina. Hoje essa explicação é considerada incompleta.

    As pesquisas mais recentes mostram uma interação entre células, proteínas e processos inflamatórios que altera o funcionamento normal da pele. O pigmento é apenas a parte visível de um problema mais amplo — e é isso que explica a melhora temporária seguida de recaída que tantos pacientes descrevem.

    O tratamento moderno do melasma não busca apenas remover a melanina. O objetivo é controlar os mecanismos biológicos que estimulam continuamente a produção desse pigmento.

    Por que apenas clarear a pele não resolve?

    Pense em um iceberg. A mancha que aparece no espelho é a parte emersa; abaixo da superfície permanecem ativos mecanismos que continuam produzindo pigmento mesmo quando a pele parece mais clara.

    Enquanto esses mecanismos seguem funcionando, o retorno das manchas é questão de tempo. O sucesso do tratamento do melasma depende de controlá-los — e não de remover apenas o pigmento já formado.


    Quais mecanismos participam do desenvolvimento do melasma?

    Diferentes estruturas da pele atuam simultaneamente, comunicando-se entre si e criando um ambiente favorável ao aparecimento e à recorrência das manchas. A tabela abaixo resume o que cada mecanismo produz e o que isso implica na prática clínica.

    Mecanismo O que acontece na pele Implicação para o tratamento
    Produção aumentada de melanina Melanócitos hiperestimulados liberam mais pigmento. Justifica os despigmentantes, mas não isoladamente.
    Inflamação persistente Mediadores inflamatórios reestimulam os melanócitos. Controlar inflamação faz parte do tratamento.
    Alterações vasculares Maior vascularização libera mediadores pigmentares. Abre espaço para estratégias sobre o microambiente cutâneo.
    Danos na membrana basal Pigmento migra para camadas mais profundas. Explica respostas mais lentas e maior risco de recorrência.
    Estresse oxidativo Radicais livres ativam inflamação e pigmentação. Fundamenta o uso de antioxidantes e da fotoproteção.
    Comunicação alterada entre células Queratinócitos, fibroblastos e vasos mantêm o estímulo. Mostra por que protocolos únicos falham.
    quadro melasma
    quadro mostrando a evolução do melasma

    Como o excesso de melanina contribui?

    A melanina é o pigmento responsável pela cor da pele, produzida pelos melanócitos na camada basal da epiderme. No melasma, essas células ficam excessivamente estimuladas por radiação ultravioleta, luz visível, calor, alterações hormonais e mediadores inflamatórios.

    O excesso de pigmento, porém, é consequência da doença — não sua única causa.

    Por que a inflamação influencia o melasma?

    Mesmo com aparência saudável, muitas peles com melasma mantêm um processo inflamatório discreto e contínuo. Ele libera substâncias que estimulam repetidamente os melanócitos e compromete a estabilidade da pele, facilitando o retorno das manchas depois de períodos de melhora.

    É por isso que tratamentos modernos também procuram reduzir inflamação, e não apenas clarear.

    Qual é o papel dos vasos sanguíneos?

    Durante muito tempo os vasos foram considerados irrelevantes nessa doença. Diversos estudos mostram hoje aumento da vascularização em áreas acometidas, com liberação de mediadores químicos capazes de reestimular os melanócitos e intensificar a pigmentação.

    Essa constatação mudou a compreensão do melasma e abriu espaço para estratégias voltadas ao controle do microambiente cutâneo.

    O que é a membrana basal e por que ela muda o prognóstico?

    A membrana basal é a estrutura que separa a epiderme da derme. Quando sofre danos, parte do pigmento migra para camadas mais profundas — o que torna o tratamento mais difícil e aumenta o risco de recorrência.

    Esse é um dos motivos pelos quais pacientes aparentemente semelhantes respondem de formas muito distintas ao mesmo protocolo.

    Como o estresse oxidativo favorece as manchas?

    O estresse oxidativo ocorre quando há produção excessiva de radicais livres, moléculas capazes de causar dano celular. Radiação ultravioleta, luz visível e calor aumentam significativamente essa produção.

    Esses radicais alimentam a inflamação e reativam os melanócitos, mantendo a produção contínua de pigmento. Daí a presença frequente de antioxidantes nos protocolos atuais.

    Como as células da pele se comunicam no melasma?

    Uma das descobertas mais importantes dos últimos anos foi perceber que a doença não depende apenas dos melanócitos. Queratinócitos, fibroblastos, células inflamatórias e vasos sanguíneos trocam sinais químicos constantemente, e essas mensagens sustentam a pigmentação e a inflamação.

    Em outras palavras, o melasma resulta do desequilíbrio de todo o microambiente cutâneo.


    O que essa nova compreensão mudou no tratamento?

    Muita coisa. Se antes o foco era remover pigmento, hoje o objetivo é controlar os mecanismos que o produzem.

    Na prática, isso significa combinar estratégias que atuem sobre inflamação, proteção da barreira cutânea, controle dos estímulos externos, fotoproteção e — quando existe indicação clínica — tecnologias dermatológicas. É também o que explica por que protocolos padronizados e receitas de internet oferecem resultados tão limitados.

    O maior avanço da dermatologia nos últimos anos foi compreender que tratar o melasma significa tratar a biologia da doença, e não apenas clarear uma mancha.

    O que você precisa lembrar sobre a biologia do melasma

    • O melasma não é causado apenas pelo excesso de melanina.
    • A doença envolve inflamação, alterações vasculares e danos estruturais da pele.
    • Diversas células participam da formação das manchas.
    • O pigmento é a manifestação visível de um processo biológico mais complexo.
    • Compreender esses mecanismos é o que torna possível individualizar o tratamento.

    Como o dermatologista define o melhor tratamento para o melasma?

    Compreendida a biologia da doença, surge a pergunta prática: como escolher o tratamento ideal para cada paciente?

    Resposta rápida: o tratamento começa pelo diagnóstico, não pela tecnologia. Dois pacientes podem ter manchas praticamente idênticas e mecanismos completamente diferentes mantendo a doença ativa — por isso o mesmo protocolo raramente serve para os dois.

    Na dermatologia baseada em evidências, o sucesso do tratamento depende menos da tecnologia utilizada e muito mais da capacidade de identificar quais mecanismos predominam em cada paciente.

    Por que duas pessoas com o mesmo melasma recebem tratamentos diferentes?

    Porque a doença se organiza de formas distintas. Em um paciente predomina a influência hormonal; em outro, a radiação solar. Há casos em que a inflamação é o mecanismo principal e casos em que alterações vasculares ou danos estruturais da pele têm maior participação.

    Isso explica por que o tratamento que funcionou muito bem para uma amiga, uma familiar ou uma influenciadora digital pode não produzir o mesmo resultado em você. Os relatos são verdadeiros — apenas não são transferíveis. Protocolos padronizados, receitas de internet e indicações de conhecidos raramente sustentam resultados consistentes a longo prazo.


    Quais fatores o dermatologista avalia antes de iniciar o tratamento?

    A consulta vai muito além de observar a intensidade das manchas. O objetivo é entender o comportamento da doença naquela pele:

    • Fototipo da pele e sensibilidade cutânea.
    • Tempo de evolução do melasma e histórico familiar.
    • Gravidez atual ou anterior.
    • Uso de anticoncepcionais ou terapia hormonal.
    • Exposição diária ao sol, ao calor e à luz visível.
    • Profissão e rotina diária.
    • Qualidade da barreira cutânea.
    • Tratamentos anteriores e resposta obtida.
    • Doenças associadas e medicamentos em uso.
    • Expectativas do paciente.

    Somente com essas informações reunidas é possível construir um plano realmente individualizado.

    melasma primeira consulta
    cosulta sobre melasma

    O fototipo indica como a pele responde à exposição solar e sua capacidade natural de produzir melanina. Fototipos mais altos tendem à hiperpigmentação com mais facilidade e exigem cuidados específicos.

    Essa característica influencia desde a escolha dos medicamentos até a indicação de tecnologias, sempre com o objetivo de reduzir o risco de inflamação e de novas manchas.

    Como a rotina do paciente interfere no resultado?

    O tratamento precisa ser compatível com a vida real de quem o segue. Quem passa boa parte do dia em ambientes externos enfrenta desafios diferentes de quem trabalha em locais fechados.

    O mesmo vale para o calor: profissionais expostos a fornos, cozinhas industriais ou ambientes aquecidos costumam ter mais dificuldade para manter a doença estável. Esses fatores entram na avaliação porque interferem diretamente na manutenção dos resultados.

    Por que o histórico de tratamentos anteriores importa?

    Porque evita repetir estratégias que já não funcionaram e revela como aquela pele costuma responder. Na consulta, o dermatologista costuma investigar:

    • Quais clareadores já foram utilizados e por quanto tempo.
    • Se houve melhora parcial ou completa.
    • Quanto tempo demorou para as manchas retornarem.
    • Se ocorreram irritações ou efeitos adversos.
    • Quais procedimentos dermatológicos já foram realizados.

    Esse histórico aumenta a previsibilidade do tratamento e permite protocolos mais eficientes desde o início.


    Existe um exame que identifica o tipo de melasma?

    Na maioria dos casos o diagnóstico é clínico, feito durante a consulta. O aspecto das manchas, sua distribuição e o histórico do paciente costumam ser suficientes.

    Em situações específicas, recursos complementares ajudam a avaliar a profundidade da pigmentação ou a diferenciar o melasma de outras doenças que também provocam manchas faciais. Ainda assim, mais importante do que classificar o melasma é compreender quais fatores o mantêm ativo naquele paciente.


    Em que momento as tecnologias entram no tratamento?

    Muitas pessoas procuram diretamente um laser, acreditando que o equipamento resolverá o problema. Na prática, a sequência é a oposta: primeiro o diagnóstico, depois o controle dos fatores desencadeantes e, só então, a avaliação de eventual benefício em associar tecnologias ao protocolo.

    A tecnologia não substitui o diagnóstico. Ela é uma ferramenta que pode integrar um plano terapêutico cuidadosamente planejado.


    O que caracteriza um tratamento verdadeiramente personalizado?

    Personalizar não é apenas trocar produtos. É compreender como a doença se manifesta naquele paciente e construir a estratégia a partir desse diagnóstico.

    No Instituto Pontello, em Londrina, o Dr. Rubens Pontello Junior parte desse princípio para definir cada etapa: as características biológicas da pele, o estilo de vida do paciente e as melhores evidências disponíveis determinam o protocolo — e não o contrário. Quando existe indicação clínica, tecnologias como o RedTouch podem ser incorporadas como parte de uma estratégia integrada, nunca como solução isolada.

    O que você precisa lembrar sobre a avaliação clínica

    • Não existem dois casos de melasma exatamente iguais.
    • O diagnóstico é a etapa mais importante do tratamento.
    • Fototipo, rotina, hormônios e histórico clínico moldam a estratégia.
    • Tecnologias entram apenas quando há benefício clínico demonstrável.
    • O melhor tratamento é aquele construído para a biologia de cada paciente.

    Quais tratamentos realmente funcionam para o melasma?

    Resposta rápida: não existe um único melhor tratamento para o melasma. Os protocolos com melhores resultados combinam fotoproteção rigorosa, medicamentos tópicos, medicamentos sistêmicos em casos selecionados, skincare individualizado, tecnologias quando há indicação clínica e uma fase de manutenção conduzida a longo prazo.

    Essa resposta frustra quem procura uma solução única, mas decorre diretamente da biologia da doença: como o melasma é multifatorial, controlar apenas um dos mecanismos envolvidos dificilmente sustenta resultados duradouros.

    O tratamento moderno, portanto, combina estratégias capazes de atuar simultaneamente sobre a pigmentação, a inflamação, a barreira cutânea, os fatores desencadeantes e o risco de recorrência.

    O melhor tratamento para o melasma não é o mais moderno nem o mais caro. É aquele escolhido de acordo com a biologia da pele de cada paciente.

    O que mudou na dermatologia

    Durante décadas, tratar melasma significava aplicar clareadores sobre a mancha. A mudança de paradigma dos últimos anos foi deixar de perseguir o pigmento já formado e passar a modular os mecanismos que o produzem — inflamação, vasos, estresse oxidativo, barreira cutânea e sinalização celular. É por isso que protocolos atuais são compostos, e não únicos.


    Quais são os pilares do tratamento moderno do melasma?

    Cada paciente recebe um protocolo individualizado, mas praticamente todos os tratamentos bem-sucedidos se apoiam nos mesmos pilares.

    Pilar Objetivo
    Fotoproteção Reduzir os estímulos responsáveis pela produção de melanina.
    Medicamentos tópicos Controlar a pigmentação e modular processos inflamatórios.
    Medicamentos sistêmicos (quando indicados) Auxiliar o controle dos mecanismos biológicos da doença.
    Skincare individualizado Fortalecer a barreira cutânea e reduzir irritações.
    Tecnologias dermatológicas Complementar protocolos selecionados.
    Manutenção Reduzir a chance de novas recorrências.

    O papel do dermatologista é definir quais desses pilares pesam mais naquele paciente e como combiná-los com segurança.

    melasma e fotoproteção
    fotoproteção para o melasma

    Por que a fotoproteção é o tratamento mais importante?

    Independentemente do medicamento ou da tecnologia escolhidos, a fotoproteção é o componente central do tratamento do melasma. A radiação ultravioleta segue sendo um dos maiores estímulos para a produção de melanina, e hoje sabemos que a luz visível e o calor também agravam a doença — especialmente em fototipos intermediários e altos.

    Por isso o protetor solar precisa fazer parte da rotina durante todo o ano, inclusive em dias nublados. Conforme o caso, o dermatologista pode recomendar:

    • Protetores solares de amplo espectro.
    • Protetores com cor, que ampliam a proteção contra a luz visível.
    • Chapéus e barreiras físicas.
    • Redução da exposição ao calor intenso.
    • Reaplicação adequada ao longo do dia.

    Nenhum tratamento sustenta bons resultados se a fotoproteção não fizer parte da rotina do paciente.


    Qual é o papel dos medicamentos tópicos?

    Os medicamentos tópicos permanecem entre as principais ferramentas para controlar o melasma. Seu objetivo vai além de reduzir a produção de melanina: dependendo da substância, também modulam a inflamação, diminuem o estresse oxidativo e favorecem a renovação da pele.

    A formulação varia conforme o perfil clínico, o fototipo, a sensibilidade cutânea e o estágio da doença. Entre os ativos que podem compor o tratamento, quando existe indicação médica:

    • Hidroquinona.
    • Tretinoína.
    • Ácido azelaico.
    • Cisteamina.
    • Ácido tranexâmico tópico.
    • Niacinamida.
    • Outros antioxidantes e despigmentantes.

    Atenção: esses ativos não devem ser escolhidos a partir de recomendações encontradas na internet. Cada substância tem indicações, contraindicações e limitações próprias — e a associação errada aumenta o risco de irritação e de hiperpigmentação pós-inflamatória.


    Quando medicamentos por via oral podem ser indicados?

    Em pacientes selecionados, o dermatologista pode considerar medicamentos sistêmicos como parte do protocolo. O exemplo mais estudado é o ácido tranexâmico oral, avaliado em diversos trabalhos científicos para casos específicos de melasma.

    Seu uso exige avaliação criteriosa: existem contraindicações e potenciais efeitos adversos que precisam ser pesados caso a caso. Como em qualquer medicamento, a indicação depende da análise individual entre benefício e risco.

    Nível de evidência: moderada para casos selecionados, com necessidade de triagem clínica antes da prescrição.


    O skincare interfere no tratamento do melasma?

    Sim — e mais do que se imaginava. Uma barreira cutânea íntegra reduz processos inflamatórios e melhora a tolerância da pele aos medicamentos prescritos, o que permite manter o tratamento ativo por mais tempo sem irritação.

    Por isso o skincare deixou de ser visto como complemento estético e passou a integrar a estratégia terapêutica. Hidratantes, antioxidantes e restauradores da barreira contribuem para uma pele mais estável e menos suscetível a novos estímulos pigmentares.


    Qual é o papel das tecnologias dermatológicas?

    As tecnologias são ferramentas complementares dentro do tratamento moderno. Elas não substituem a fotoproteção, os medicamentos ou os cuidados domiciliares.

    Quando existe indicação, podem integrar protocolos personalizados e contribuir para diferentes aspectos da doença, sempre respeitando as características da pele e o momento clínico. A escolha depende da avaliação dermatológica — nunca apenas da intensidade das manchas. Adiante, este guia detalha quando indicar, quando aguardar e quais riscos considerar.


    Tabela comparativa dos principais tratamentos para o melasma

    Tratamento Principal objetivo Pode fazer parte do tratamento?
    Fotoproteção Reduzir estímulos da pigmentação ✔ Fundamental para todos os pacientes
    Medicamentos tópicos Controlar produção de melanina e inflamação ✔ Sim, quando indicados
    Ácido tranexâmico oral Modular mecanismos biológicos específicos ✔ Casos selecionados
    Skincare personalizado Fortalecer a barreira cutânea ✔ Recomendado
    Tecnologias dermatológicas Complementar protocolos individualizados ✔ Quando existe indicação
    Manutenção Reduzir recorrências ✔ Essencial

    Nenhuma dessas linhas funciona bem isolada. O que produz estabilidade é a arquitetura do protocolo — quais pilares entram, em que ordem e por quanto tempo. E, como o melasma é crônico, o objetivo nunca é eliminá-lo definitivamente, mas mantê-lo controlado pelo maior período possível.

    O que você precisa lembrar sobre as opções terapêuticas

    • Não existe um único melhor tratamento para o melasma.
    • O sucesso depende da combinação de estratégias, não da escolha de um produto.
    • A fotoproteção continua sendo a medida de maior impacto.
    • Medicamentos e skincare atuam sobre mecanismos diferentes e complementares.
    • Tecnologias são complementares e exigem indicação individualizada.
    • O objetivo é controlar uma doença crônica e reduzir recorrências.

    Quando tecnologias dermatológicas podem fazer parte do tratamento do melasma?

    O avanço das tecnologias dermatológicas ampliou as possibilidades terapêuticas em várias doenças da pele, e o melasma é uma delas. Mas há um equívoco frequente: acreditar que o equipamento mais moderno resolve o problema por si só.

    Nenhuma tecnologia substitui um diagnóstico preciso. Ela é uma das ferramentas disponíveis dentro de uma estratégia mais ampla. Por isso, a primeira pergunta nunca deve ser “qual laser é melhor?”, mas “por que este paciente desenvolveu melasma?”.

    Na dermatologia moderna, a tecnologia é consequência do diagnóstico — nunca o ponto de partida.

    Todo paciente com melasma pode fazer laser?

    Não — e essa é uma das mudanças mais importantes na forma de tratar a doença.

    Parte dos pacientes se beneficia de tecnologias; outra parte apresenta risco relevante de inflamação e hiperpigmentação se o procedimento for realizado no momento inadequado ou com parâmetros incorretos. Antes de indicar qualquer equipamento, o dermatologista avalia:

    • Estabilidade atual da doença.
    • Fototipo e sensibilidade cutânea.
    • Histórico de hiperpigmentação pós-inflamatória.
    • Qualidade da barreira cutânea.
    • Tratamentos já realizados e resposta obtida.
    • Objetivos terapêuticos e expectativas do paciente.

    Só depois dessa leitura é possível dizer se existe benefício em associar tecnologia ao protocolo — e, em muitos casos, a resposta correta é aguardar.

    Quando o RedTouch pode ser indicado no tratamento do melasma?

    Entre as tecnologias mais recentes da dermatologia, o RedTouch desperta interesse por sua proposta de atuação seletiva sobre estruturas da pele relacionadas ao envelhecimento e à qualidade cutânea.

    No contexto do melasma, seu papel não é substituir os tratamentos convencionais nem promover clareamento imediato. Quando existe indicação clínica, tecnologias como o RedTouch podem integrar protocolos individualizados para melhora global da qualidade cutânea. As evidências específicas para melasma ainda estão em evolução, o que torna a seleção do paciente e o momento da indicação mais decisivos do que o equipamento em si.

    Transparência: o Instituto Pontello utiliza o RedTouch em sua prática clínica, o que representa um potencial conflito de interesse na avaliação desta tecnologia específica. Por isso a indicação segue os critérios clínicos descritos neste guia, e não a disponibilidade do equipamento.

    Nível de evidência: uso complementar, baseado em raciocínio clínico e experiência prática, com literatura específica para melasma ainda em construção.

    Por que nenhuma tecnologia deve ser utilizada isoladamente?

    Porque o melasma não é produzido por um único mecanismo. Mesmo que um equipamento atue sobre determinado componente da doença, os demais permanecem ativos: exposição solar, calor, hormônios, predisposição genética e inflamação continuam operando.

    As melhores evidências disponíveis mostram que tecnologias funcionam como complemento de uma estratégia que inclui fotoproteção, medicamentos, skincare e acompanhamento médico. Isoladas, raramente sustentam estabilidade a longo prazo.

    Que critérios uma tecnologia deve cumprir na abordagem do melasma?

    Independentemente do equipamento, alguns princípios reduzem risco e aumentam previsibilidade:

    • Indicação a partir de diagnóstico individualizado.
    • Parâmetros ajustados ao fototipo.
    • Controle rigoroso da inflamação antes, durante e depois.
    • Planejamento integrado ao restante do protocolo.
    • Acompanhamento clínico no pós-procedimento.

    Em que situações o laser pode piorar o melasma?

    Sim. Indicado de forma inadequada, aplicado em um momento desfavorável da doença ou com parâmetros incompatíveis com o fototipo, o laser pode desencadear inflamação excessiva e favorecer hiperpigmentação pós-inflamatória.

    A tecnologia não é o problema. O problema é a indicação — e é por isso que o tratamento do melasma exige conhecimento específico, não apenas acesso a equipamentos.

    O melhor equipamento aplicado no paciente errado produz resultado inferior ao de uma estratégia simples corretamente indicada.

    Quais são as limitações das tecnologias no tratamento do melasma?

    Como qualquer abordagem terapêutica, elas têm limites que devem ser explicitados na consulta:

    • Não eliminam definitivamente a doença.
    • Não substituem a fotoproteção diária.
    • Não dispensam medicamentos quando eles são necessários.
    • Os resultados variam conforme as características individuais da pele.
    • Podem exigir sessões adicionais e manutenção.

    Quais são os riscos quando a indicação não é adequada?

    Procedimentos dermatológicos são seguros quando corretamente indicados, mas toda intervenção tem risco potencial. No melasma, uma escolha inadequada pode resultar em:

    • Piora da pigmentação.
    • Hiperpigmentação pós-inflamatória.
    • Irritação persistente e aumento da sensibilidade cutânea.
    • Recorrência precoce das manchas.

    Atenção: esses riscos aumentam quando o procedimento é realizado com a doença em atividade, sem preparo prévio da pele ou sem orientação pós-procedimento. Seguir as recomendações antes e depois da sessão é parte do tratamento, não detalhe.

    Como o Instituto Pontello utiliza as tecnologias no tratamento do melasma

    No Instituto Pontello, a decisão de utilizar uma tecnologia nunca parte da presença da mancha. O Dr. Rubens Pontello Junior avalia quais mecanismos predominam naquele caso e se existe benefício real em associar equipamentos ao protocolo.

    Quando indicada, a tecnologia entra em um planejamento que já inclui fotoproteção, medicamentos, fortalecimento da barreira cutânea e acompanhamento contínuo. A lógica é reduzir intervenções desnecessárias e aumentar a previsibilidade dos resultados.

    Erros mais comuns no uso de tecnologias para melasma

    Erro Por que compromete o tratamento
    Escolher o tratamento pelo equipamento. Ignora a causa biológica da doença.
    Copiar o protocolo de outra pessoa. Cada paciente tem uma combinação diferente de mecanismos.
    Realizar procedimentos sem estabilizar a pele. Aumenta o risco de inflamação e recorrência.
    Interromper a fotoproteção após o procedimento. Favorece o reaparecimento rápido das manchas.
    Esperar que uma única sessão resolva o problema. Desconsidera o caráter crônico da doença.
    tecnologias para melasma
    tratamentos para melasma
    • Tecnologias podem integrar o tratamento, mas não são indicadas para todos.
    • O diagnóstico sempre antecede a escolha do equipamento.
    • O RedTouch pode compor protocolos individualizados quando há indicação clínica, com evidências específicas para melasma ainda em evolução.
    • Nenhuma tecnologia substitui fotoproteção, medicamentos e manutenção.
    • Momento clínico e parâmetros importam mais do que a marca do aparelho.

    Por que o melasma volta mesmo após um tratamento bem-sucedido?

    Essa é, provavelmente, a maior frustração de quem convive com a doença. Depois de meses de tratamento as manchas clareiam, a pele melhora — e algumas semanas ou meses depois a pigmentação reaparece.

    Isso quase nunca significa que o tratamento falhou. Significa que o melasma voltou a ser estimulado. A predisposição biológica descrita nos capítulos anteriores permanece ali, silenciosa, esperando o gatilho.

    Em uma frase: o objetivo do tratamento não é apagar uma mancha, e sim manter a doença em repouso pelo maior tempo possível.

    Quais fatores mais provocam a recorrência do melasma?

    Vários estímulos conseguem reativar os melanócitos e desencadear uma nova crise:

    • Exposição solar, sobretudo sem reaplicação do protetor.
    • Luz visível, incluindo a de ambientes internos e telas.
    • Calor intenso.
    • Alterações hormonais e gravidez.
    • Suspensão precoce do tratamento.
    • Irritação da pele e uso inadequado de cosméticos.
    • Inflamações cutâneas de qualquer origem.

    Quanto maior a exposição a esses fatores, maior a probabilidade de novas manchas — e é sobre eles, mais do que sobre o pigmento já formado, que a fase de manutenção atua.

    O calor realmente pode piorar o melasma?

    Sim. Muitas pessoas associam o melasma apenas ao sol, mas o calor também estimula mecanismos ligados à pigmentação, independentemente da radiação ultravioleta.

    Saunas, banhos muito quentes, cozinhas industriais, ambientes fabris aquecidos e exercícios realizados sob temperaturas elevadas podem agir como agravantes em pacientes suscetíveis. Isso não proíbe essas atividades: apenas exige que elas entrem na conta ao planejar o tratamento e a fotoproteção.

    A luz visível também influencia?

    Sim. Estudos demonstram que a luz visível — especialmente em fototipos intermediários e altos — estimula a produção de melanina.

    Por isso, em muitos casos o dermatologista recomenda protetores solares com cor, que oferecem barreira adicional contra esse espectro. A escolha é individualizada e integra a estratégia global de fotoproteção.

    Por que interromper o tratamento precocemente é um erro?

    É comum suspender os cuidados assim que as manchas clareiam. Mas a redução da pigmentação visível não significa que os mecanismos biológicos da doença tenham cessado.

    Interrompido o tratamento, esses mecanismos voltam a predominar e reestimulam os melanócitos. É por isso que a manutenção costuma ser tão decisiva quanto a fase inicial de clareamento — e por que ela é planejada desde a primeira consulta, não improvisada no final.

    Produtos comprados pela internet podem piorar o melasma?

    Podem. A oferta de fórmulas que prometem clareamento rápido é enorme, e muitas trazem associações de ácidos em concentrações inadequadas, substâncias sem comprovação ou veículos capazes de provocar irritação intensa.

    Quando a pele inflama, aumenta o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória — exatamente o oposto do resultado desejado. Além disso, o tempo gasto com produtos inadequados atrasa o início de um tratamento realmente eficaz.

    Quais são os erros mais comuns de quem trata o melasma?

    Erro Consequência
    Não usar protetor solar diariamente. Mantém o estímulo contínuo da pigmentação.
    Aplicar quantidade insuficiente de protetor. Reduz drasticamente a proteção obtida.
    Não reaplicar ao longo do dia. Diminui a eficácia da fotoproteção nas horas de maior exposição.
    Seguir receitas indicadas por amigos ou familiares. Pode causar irritação e tratar o mecanismo errado.
    Comprar produtos apenas porque viralizaram. Nem todo ativo é adequado para todo tipo de pele.
    Esperar resultado imediato. Gera abandono antes do tempo mínimo de resposta.
    Abandonar o tratamento após a melhora inicial. É a causa mais frequente de recorrência precoce.
    Fazer procedimentos com a pele inflamada. Aumenta o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória.
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    melasma como se proteger

    Até o momento, não existem evidências robustas de que algum alimento cause, trate ou cure o melasma. Dietas detox, jejuns prolongados e suplementos vendidos com promessa de clareamento não têm comprovação suficiente para serem recomendados como tratamento.

    Por outro lado, uma alimentação equilibrada, rica em frutas, vegetais e fontes naturais de antioxidantes, integra um estilo de vida que favorece a saúde da pele como um todo.

    Nível de evidência: consenso quanto ao benefício geral de uma alimentação equilibrada; ausência de evidência para qualquer dieta como tratamento do melasma.

    O estresse emocional pode influenciar o melasma?

    A relação ainda está em investigação. Alguns trabalhos sugerem que alterações hormonais e inflamatórias associadas ao estresse exerçam influência indireta sobre a doença.

    As evidências disponíveis, porém, são limitadas e não autorizam afirmar que o estresse seja causa direta do melasma.

    Nível de evidência: hipótese plausível, com associação sugerida por estudos preliminares e necessidade de confirmação — não é fato estabelecido.

    Como reduzir o risco de novas manchas?

    Não é possível eliminar completamente o risco de recorrência, mas algumas medidas mudam significativamente a curva:

    • Usar fotoproteção todos os dias, o ano inteiro, com reaplicação.
    • Seguir o tratamento prescrito, inclusive na fase de manutenção.
    • Manter acompanhamento dermatológico periódico.
    • Evitar irritações desnecessárias da pele e trocas frequentes de cosméticos.
    • Não iniciar clareadores por conta própria.
    • Comunicar ao médico alterações hormonais, gravidez ou troca de contraceptivo.
    • Considerar o calor como fator de risco na rotina profissional e de exercícios.

    O que você precisa lembrar sobre recorrência

    • A recorrência é uma característica da doença, não um sinal de fracasso do tratamento.
    • Sol, luz visível e calor estão entre os principais gatilhos.
    • A manutenção faz parte do tratamento desde o início.
    • Produtos indicados por influenciadores ou conhecidos podem causar mais prejuízo do que benefício.
    • Constância importa mais do que intensidade.

    Controlar o melasma é uma maratona, não uma corrida de velocidade. Os melhores resultados pertencem a quem mantém uma estratégia consistente ao longo do tempo.


    O que a ciência realmente diz sobre o tratamento do melasma

    Ao pesquisar sobre melasma na internet, é comum encontrar promessas de cura definitiva, receitas caseiras e procedimentos apresentados como soluções milagrosas. Quando se leem as diretrizes internacionais e os estudos mais recentes, o cenário é bem diferente: alguns pontos já são consenso, outros permanecem em investigação.

    Distinguir uma coisa da outra é o que permite construir expectativas realistas — e é também o que separa uma decisão clínica de uma aposta.

    A medicina baseada em evidências não procura o tratamento mais famoso. Ela procura aquele com a melhor relação entre benefício, segurança e qualidade da evidência disponível.

    O que já é consenso científico sobre o melasma

    Diferentes sociedades médicas internacionais convergem nos pontos abaixo. Eles formam a base de qualquer protocolo sério.

    Afirmação Grau de concordância
    O melasma é uma doença crônica e recorrente. Consenso científico
    A fotoproteção diária é parte do tratamento, não um complemento opcional. Consenso científico
    Não existe tratamento único eficaz para todos os pacientes. Consenso científico
    O tratamento deve ser individualizado. Consenso científico
    A fase de manutenção reduz o risco de recorrência. Consenso científico
    Radiação ultravioleta, luz visível e calor atuam como estímulos da pigmentação. Evidência robusta
    Estresse emocional influencia diretamente o melasma. Hipótese em investigação

    Quais tratamentos possuem maior respaldo científico

    Diferentes terapias têm níveis distintos de evidência. Evidência limitada não significa tratamento ruim: significa que existem menos dados publicados sobre seus resultados — e, portanto, maior necessidade de critério na indicação.

    Tratamento Qualidade das evidências Como interpretar
    Fotoproteção (amplo espectro, com cor quando indicado) Alta Base indispensável do tratamento
    Hidroquinona Alta Referência histórica de eficácia, com uso supervisionado
    Tretinoína Alta Frequentemente associada a outros ativos
    Ácido azelaico Moderada a alta Alternativa útil em peles sensíveis
    Ácido tranexâmico (casos selecionados) Moderada Exige avaliação de contraindicações
    Cisteamina, niacinamida e antioxidantes tópicos Moderada Papel coadjuvante dentro do protocolo
    Tecnologias dermatológicas Variável conforme equipamento e indicação Complemento, nunca tratamento isolado

    Nenhuma linha dessa tabela deve ser lida isoladamente. Os melhores resultados descritos na literatura vêm da combinação personalizada de estratégias, não da escolha de um único item.

    melasma
    melasma

    Existe cura para o melasma?

    Até o momento, não. Essa é provavelmente a informação mais importante deste artigo, e é também a mais desconfortável.

    As evidências disponíveis classificam o melasma como doença de comportamento crônico: a predisposição permanece mesmo quando a pele apresenta ótimo aspecto clínico. Por isso, o vocabulário correto é controle da doença — e quem promete cura definitiva está, na melhor das hipóteses, desatualizado.

    Receitas caseiras funcionam?

    Não existem evidências robustas que sustentem receitas caseiras no tratamento do melasma.

    Limão, bicarbonato, vinagre, água oxigenada e pastas abrasivas podem provocar queimaduras químicas, irritação intensa e hiperpigmentação pós-inflamatória. Em vez de clarear, escurecem — e o quadro final costuma ser mais difícil de tratar do que o inicial.

    Consenso científico: receitas caseiras não integram o tratamento recomendado pelas principais diretrizes dermatológicas.

    Produtos que viralizam nas redes sociais realmente funcionam?

    Nem sempre. Um ativo pode ser excelente para um paciente específico e completamente inadequado para outro — inclusive por aumentar a irritação de uma pele já inflamada.

    Além disso, boa parte do conteúdo publicado nas redes não distingue opinião pessoal de evidência científica. Antes de iniciar qualquer produto, vale verificar se existe respaldo na literatura e, principalmente, se aquela estratégia faz sentido para o seu caso.

    O que a ciência ainda não sabe sobre o melasma

    Apesar dos avanços das últimas décadas, várias perguntas seguem abertas — e reconhecê-las faz parte de uma leitura honesta da literatura.

    • Por que algumas pessoas desenvolvem melasma e outras, com fatores de risco semelhantes, nunca apresentam a doença?
    • Quais mecanismos explicam integralmente as recorrências?
    • Qual é o papel exato do microbioma cutâneo?
    • Como os fatores genéticos influenciam a resposta a cada tratamento?
    • Quais terapias em desenvolvimento poderão oferecer controle mais duradouro?
    • Qual é o real peso do estresse emocional e das alterações do sono na atividade da doença?

    Essas questões continuam sendo investigadas em centros de pesquisa no mundo inteiro. É justamente por isso que protocolos terapêuticos são revisados periodicamente — e por que um bom acompanhamento incorpora novas evidências à medida que elas surgem.

    Mitos e verdades sobre o melasma

    Afirmação Veredito
    Melasma tem cura definitiva. ❌ Mito
    O protetor solar faz parte do tratamento. ✔ Verdade
    Laser é sempre indicado. ❌ Mito
    Calor pode piorar o melasma. ✔ Verdade
    Receitas caseiras são seguras. ❌ Mito
    Só quem se expõe muito ao sol tem melasma. ❌ Mito
    O tratamento deve ser personalizado. ✔ Verdade
    Homens podem ter melasma. ✔ Verdade

    Em uma frase: a melhor estratégia para tratar o melasma não é seguir tendências, mas acompanhar aquilo que a ciência demonstra de forma consistente ao longo do tempo.


    Perguntas frequentes sobre o tratamento do melasma

    Algumas dúvidas aparecem em praticamente toda consulta. As respostas abaixo seguem as evidências científicas disponíveis e o raciocínio clínico apresentado ao longo deste guia.

    Melasma tem cura?

    Não. O melasma é uma doença crônica e recorrente. O tratamento controla sua atividade, reduz as manchas e prolonga os períodos de estabilidade da pele, mas a predisposição permanece. Por isso falamos em controle, e não em cura.

    O melasma sempre volta?

    Não necessariamente. A tendência à recorrência existe, mas pacientes que mantêm fotoproteção adequada, seguem a fase de manutenção e realizam acompanhamento dermatológico costumam permanecer longos períodos com a doença bem controlada.

    Qual é o melhor tratamento para o melasma?

    Não existe um tratamento único melhor para todos. A estratégia ideal depende do fototipo, da profundidade da pigmentação, do histórico clínico, da rotina de exposição solar e ao calor e de outros fatores avaliados na consulta. O melhor tratamento é o que corresponde à biologia daquela pele.

    Protetor solar sozinho resolve o melasma?

    Raramente. A fotoproteção é o pilar do tratamento e sem ela nenhum resultado se mantém, mas em geral precisa ser associada a medicamentos, skincare individualizado e, quando há indicação, tecnologias dermatológicas.

    Laser pode piorar o melasma?

    Sim. Indicado no momento errado, sem avaliação individualizada ou com parâmetros incompatíveis com o fototipo, o laser pode aumentar a inflamação e favorecer hiperpigmentação pós-inflamatória. O problema não é a tecnologia, mas a indicação inadequada.

    Gravidez pode causar melasma?

    Sim. As alterações hormonais da gestação estão entre os principais fatores associados ao aparecimento do melasma em mulheres geneticamente predispostas.

    É possível tratar o melasma durante a gestação ou a amamentação?

    A conduta habitual nesse período prioriza fotoproteção rigorosa e cuidados de barreira, adiando clareadores e procedimentos. Vários ativos e medicamentos utilizados no melasma não são recomendados na gravidez ou na amamentação, e qualquer decisão deve ser tomada em conjunto com o médico que acompanha a gestação.

    Anticoncepcional pode influenciar?

    Pode. Em algumas pacientes, contraceptivos hormonais contribuem para o aparecimento ou o agravamento do melasma. Essa relação é individual e a eventual troca do método deve ser discutida com o ginecologista.

    Homens também podem desenvolver melasma?

    Sim. Embora seja mais frequente em mulheres em idade fértil, homens também apresentam melasma e necessitam da mesma investigação clínica.

    Existe alimentação específica para tratar o melasma?

    Não há evidências robustas de que algum alimento trate ou cure o melasma. Uma alimentação equilibrada integra a saúde da pele como um todo, mas não substitui o tratamento dermatológico.

    Posso usar produtos clareadores por conta própria?

    Não é o ideal. Ativos potentes usados sem orientação podem provocar irritação, dermatite de contato e hiperpigmentação pós-inflamatória — ou seja, o efeito oposto ao desejado.

    Quanto tempo demora para aparecer resultado?

    Varia conforme o paciente, a intensidade das manchas e o protocolo. Em geral, o tratamento do melasma trabalha em escala de semanas a meses, com reavaliações periódicas para ajuste da estratégia.

    Vale a pena investir em tecnologias?

    Quando existe indicação clínica, tecnologias dermatológicas podem complementar o protocolo. Elas não substituem a fotoproteção, os medicamentos e os cuidados diários — e, sem essa base, tendem a oferecer resultados pouco duradouros.


    Resumo: o que você precisa lembrar

    Se você chegou até aqui, estes são os conceitos que sustentam todo o raciocínio deste guia:

    • O melasma é uma doença crônica, multifatorial e recorrente — não apenas uma mancha.
    • Não existe cura definitiva conhecida até o momento; existe controle consistente.
    • A fotoproteção diária é a medida de maior impacto e sustenta todas as demais.
    • O tratamento precisa ser individualizado: fototipo, hormônios, rotina e histórico mudam a estratégia.
    • Medicamentos, skincare e tecnologias atuam de forma complementar, nunca isolada.
    • Receitas caseiras e promessas de clareamento definitivo não possuem respaldo científico.
    • A manutenção é o que preserva o resultado ao longo dos anos.
    melasma
    melasma infografico

    Quando procurar um dermatologista?

    Procure avaliação sempre que surgirem manchas persistentes na face ou quando houver piora progressiva da pigmentação.

    Muitas pessoas presumem que toda mancha facial é melasma, mas outras doenças pigmentares têm aspecto semelhante e exigem tratamentos completamente diferentes. Quanto mais precoce o diagnóstico correto, maiores as chances de controlar a doença antes que a pigmentação se torne mais profunda.


    Tratamento do melasma em Londrina

    No Instituto Pontello, em Londrina, o Dr. Rubens Pontello Junior conduz o tratamento do melasma a partir da mesma lógica descrita neste guia: primeiro compreender quais mecanismos mantêm a doença ativa naquele paciente; depois construir o protocolo.

    Esse plano pode combinar fotoproteção, medicamentos tópicos ou sistêmicos, cuidados domiciliares e, quando existe indicação clínica, tecnologias dermatológicas — sempre com reavaliação periódica e ajuste conforme a resposta da pele.


    Conclusão

    O tratamento do melasma mudou de eixo nas últimas décadas. Saímos da tentativa de remover pigmento e passamos a tratar a doença que produz esse pigmento.

    Hoje sabemos que o melasma envolve melanócitos hiperestimulados, inflamação persistente, alterações vasculares, estresse oxidativo, danos na membrana basal e uma rede de sinalização entre as células da pele — tudo isso modulado por genética, hormônios, radiação ultravioleta, luz visível e calor.

    Reconhecer essa complexidade é o que separa o tratamento moderno das promessas de clareamento rápido. Não existe atalho, não existe protocolo universal e não existe cura anunciada: existe uma estratégia construída sobre diagnóstico correto, fotoproteção rigorosa, terapias com respaldo científico e manutenção conduzida ao longo do tempo.

    É esse o padrão que a dermatologia baseada em evidências busca hoje — compreender a biologia da doença em cada paciente e individualizar a estratégia terapêutica a partir dela. Quando isso acontece, o melasma deixa de ser um ciclo de melhoras e recaídas e passa a ser uma condição controlada.


    Principais referências científicas

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    Este conteúdo possui finalidade exclusivamente educativa e não substitui uma consulta médica. Cada paciente apresenta características clínicas próprias e deve ser avaliado individualmente por um dermatologista.

    Revisão médica: Dr. Rubens Pontello Junior — dermatologista (CRM-PR 24645 | RQE 2050), Instituto Pontello (Londrina/PR).

  • Dr. Rubens Pontello Junior

    Dr. Rubens Pontello Junior

    O Dr. Rubens Pontello Junior, dermatologista em Londrina, é médico especialista em Dermatologia Clínica, Dermatologia Estética, Cosmiatria e tecnologias para rejuvenescimento facial. Desde 2007, dedica sua carreira ao diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças da pele, além da formação de médicos em todo o Brasil.

    O Dr. Rubens Pontello Junior é médico dermatologista com atuação em Dermatologia Clínica, Dermatologia Estética, Cosmiatria e tecnologias para rejuvenescimento facial. Desde 2007, dedica sua carreira ao diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças da pele, ao estudo do envelhecimento cutâneo e à formação de médicos em todo o Brasil.

    Atendendo no Instituto Pontello, em Londrina (PR), desenvolveu uma filosofia de trabalho baseada em um princípio simples: nenhum procedimento deve ser indicado antes de compreender profundamente o paciente.

    Essa forma de pensar faz com que cada tratamento comece por uma avaliação detalhada da pele, da anatomia facial, do padrão de envelhecimento, do histórico clínico, dos hábitos de vida e das expectativas individuais. Somente depois dessa análise é construída uma estratégia personalizada, utilizando recursos da Dermatologia moderna, tecnologias avançadas e Medicina Baseada em Evidências.

    Além da prática clínica, o Dr. Rubens Pontello Junior atua como professor, palestrante, mentor de médicos, pesquisador e desenvolvedor de projetos voltados à educação médica continuada. Ao longo da carreira, participou da formação de inúmeros profissionais, ministrou aulas em cursos e congressos e mantém atuação constante na divulgação científica da Dermatologia.

    Hoje, seu trabalho reúne três pilares que caminham juntos: atendimento médico especializado, atualização científica permanente e ensino. Essa integração permite levar para a prática clínica os avanços mais recentes da especialidade, sempre com foco em segurança, naturalidade e resultados consistentes.


    Formação médica do Dr. Rubens Pontello Junior

    O interesse pela Medicina surgiu cedo e direcionou uma trajetória construída sobre estudo contínuo, prática clínica e atualização permanente.

    O Dr. Rubens Pontello Junior graduou-se em Medicina no Estado do Rio de Janeiro, concluindo sua formação em 2007.

    Posteriormente, escolheu a Dermatologia como especialidade e realizou sua residência médica na Universidade Estadual de Londrina (UEL), um dos programas de formação mais tradicionais do Paraná e reconhecido pela qualidade da formação prática e acadêmica.

    Durante esse período, aprofundou conhecimentos em Dermatologia Clínica, Cirúrgica e Estética, além de desenvolver experiência no diagnóstico e tratamento de doenças da pele, cabelos e unhas, prevenção do câncer de pele e utilização de tecnologias dermatológicas.

    Após concluir a residência médica, permaneceu vinculado ao ensino e passou a atuar como professor da residência médica em Dermatologia da Universidade Estadual de Londrina, contribuindo diretamente para a formação de novos especialistas.

    Essa experiência acadêmica fortaleceu uma característica que permanece presente até hoje em sua carreira: a convicção de que ensinar é também uma forma de continuar aprendendo.


    Uma carreira construída entre a assistência, a ciência e o ensino

    Ao longo de sua trajetória profissional, o Dr. Rubens Pontello Junior escolheu desenvolver sua carreira em Londrina, cidade onde consolidou sua atuação clínica e acadêmica.

    No Instituto Pontello, atende pacientes com diferentes necessidades dermatológicas, desde doenças da pele até tratamentos relacionados ao envelhecimento, sempre utilizando uma abordagem individualizada.

    Paralelamente ao atendimento clínico, construiu uma atuação consistente na educação médica. Essa combinação entre assistência e ensino permite manter contato permanente com novas pesquisas, tecnologias e discussões científicas, incorporando esses conhecimentos de maneira crítica e responsável à prática diária.

    Essa proximidade com a formação médica também reforça um compromisso importante: compartilhar conhecimento para contribuir com o desenvolvimento da Dermatologia brasileira.


    Mais do que atender pacientes: uma carreira dedicada à evolução da Dermatologia

    Ao longo de sua trajetória profissional, o Dr. Rubens Pontello Junior construiu uma carreira que vai além do atendimento clínico.

    Além de atuar diariamente no Instituto Pontello, em Londrina, dedica parte importante do seu trabalho ao ensino, à educação médica continuada e ao desenvolvimento científico da Dermatologia.

    Essa atuação permite manter contato permanente com novas pesquisas, tecnologias e protocolos terapêuticos, incorporando esse conhecimento de maneira crítica e responsável à prática clínica.

    Consequentemente, seus pacientes se beneficiam de uma Medicina que acompanha a evolução da especialidade sem abrir mão da segurança, da ética e da individualização dos tratamentos.


    Professor da residência médica em Dermatologia da Universidade Estadual de Londrina

    Após concluir sua residência médica em Dermatologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), o Dr. Rubens Pontello Junior passou a integrar a formação de novos especialistas.

    Como professor da residência médica em Dermatologia da UEL, participou diretamente da preparação de médicos que escolheram seguir a especialidade.

    Essa experiência fortaleceu uma característica que acompanha sua carreira até hoje: o compromisso com a transmissão do conhecimento.

    Ensinar exige estudo constante, atualização permanente e profundo domínio dos fundamentos da Dermatologia. Por isso, a atividade docente representa também um importante estímulo para o aperfeiçoamento contínuo da prática médica.

    Embora atualmente concentre grande parte de sua atuação no Instituto Pontello e em projetos de educação médica, essa experiência acadêmica continua influenciando sua forma de exercer a Medicina.


    Mentoria e formação de médicos em todo o Brasil

    O ensino tornou-se uma extensão natural da prática clínica do Dr. Rubens Pontello Junior.

    Ao longo dos anos, médicos de diferentes regiões do país passaram a procurá-lo para aprender sobre Dermatologia Estética, tecnologias médicas, planejamento terapêutico e raciocínio clínico aplicado ao rejuvenescimento facial.

    Por esse motivo, desenvolveu programas de mentoria voltados à atualização de médicos que desejam aprofundar conhecimentos e aperfeiçoar sua prática clínica.

    Mais do que ensinar técnicas ou protocolos, suas mentorias procuram desenvolver a capacidade de avaliar cada paciente de forma individual e construir estratégias terapêuticas fundamentadas na Medicina Baseada em Evidências.

    Essa filosofia diferencia o aprendizado baseado apenas em procedimentos daquele que valoriza o raciocínio clínico, a segurança e a tomada de decisão médica.


    >Tech 4 Doctors: um congresso criado para discutir o futuro da Medicina

    Com o objetivo de aproximar médicos das principais inovações tecnológicas da área da saúde, o Dr. Rubens Pontello Junior idealizou o Tech 4 Doctors.

    O congresso reúne especialistas, palestrantes e profissionais de diferentes áreas para discutir como novas tecnologias podem transformar a prática médica.

    Os encontros abordam temas relacionados à Dermatologia, inteligência artificial, equipamentos médicos, inovação, gestão, comunicação e tendências que impactam o futuro da Medicina.

    Mais do que apresentar novidades, o Tech 4 Doctors incentiva uma reflexão crítica sobre como incorporar inovação de forma responsável, ética e baseada em evidências científicas.

    Essa iniciativa reforça o compromisso do Dr. Rubens Pontello Junior com a atualização permanente da comunidade médica.


    Educação médica além da sala de aula

    Além das aulas presenciais e dos congressos, o Dr. Rubens Pontello Junior desenvolveu uma plataforma de educação médica voltada à atualização contínua de profissionais da saúde.

    Por meio de cursos, treinamentos e conteúdos especializados, médicos têm acesso a conhecimentos relacionados à Dermatologia Estética, tecnologias dermatológicas, planejamento terapêutico e raciocínio clínico.

    Essa plataforma amplia o alcance do ensino e permite que profissionais de diferentes estados acompanhem conteúdos produzidos a partir da experiência clínica acumulada ao longo dos anos.

    Ao mesmo tempo, a produção desses materiais exige estudo constante, revisão da literatura científica e atualização permanente, fatores que também fortalecem a qualidade do atendimento prestado aos pacientes.


    Publicações científicas e compromisso com a produção de conhecimento

    O envolvimento do Dr. Rubens Pontello Junior com a ciência também inclui participação em publicações científicas.

    Ao longo da carreira, contribuiu para trabalhos relacionados à Dermatologia, demonstrando interesse em temas que influenciam diretamente a prática clínica e o cuidado com os pacientes.

    A produção científica representa uma etapa importante na evolução da Medicina, pois permite compartilhar experiências, discutir resultados e ampliar o conhecimento disponível para toda a comunidade médica.

    Embora a maior parte de sua rotina esteja dedicada ao atendimento clínico e à formação de médicos, a participação em pesquisas reforça seu compromisso com uma atuação baseada em evidências científicas.


    Um dermatologista que acredita no raciocínio clínico antes da tecnologia

    Nos últimos anos, a Dermatologia passou por uma grande evolução tecnológica.

    Entretanto, o Dr. Rubens Pontello Junior defende que nenhuma tecnologia substitui uma boa avaliação médica.

    Antes de indicar um laser, uma radiofrequência, um bioestimulador ou qualquer outro procedimento, procura compreender a causa da queixa apresentada pelo paciente.

    Esse processo envolve analisar diferentes estruturas do rosto e da pele, identificar os fatores responsáveis pelo envelhecimento e construir uma estratégia personalizada.

    Em muitos casos, a melhor decisão não consiste em realizar o procedimento inicialmente desejado pelo paciente, mas sim indicar uma abordagem diferente ou até adiar o tratamento.

    Essa filosofia de trabalho prioriza segurança, naturalidade e resultados duradouros, respeitando sempre as características individuais de cada pessoa.


    Uma filosofia de tratamento baseada na individualização

    Ao longo dos anos, o Dr. Rubens Pontello Junior consolidou uma forma própria de enxergar a Dermatologia Estética.

    Enquanto muitos tratamentos ainda são indicados a partir de protocolos padronizados ou tendências do mercado, sua prática clínica parte de um princípio diferente: compreender primeiro, tratar depois.

    Isso significa que nenhum procedimento é escolhido antes de identificar a verdadeira origem da queixa apresentada pelo paciente.

    Em vez de perguntar apenas “qual tratamento você deseja fazer?”, a consulta procura responder questões muito mais importantes.

    • O que realmente está incomodando esse paciente?
    • Qual alteração anatômica explica essa queixa?
    • O envelhecimento aconteceu na pele, na gordura, na musculatura ou na estrutura óssea?
    • Existe indicação de tratamento neste momento?
    • Qual estratégia oferece maior benefício com menor risco?

    Somente após responder essas perguntas é que o planejamento terapêutico começa.

    Essa abordagem reduz procedimentos desnecessários, melhora a previsibilidade dos resultados e preserva a naturalidade.


    Naturalidade acima de tendências

    O conceito de beleza muda ao longo do tempo. Entretanto, a identidade de cada pessoa deve permanecer preservada.

    Por isso, o Dr. Rubens Pontello Junior defende que um tratamento estético bem executado não deve transformar o rosto de alguém nem apagar suas características individuais.

    Pelo contrário, o objetivo é melhorar proporções, recuperar estruturas perdidas pelo envelhecimento e preservar expressões naturais.

    Essa filosofia influencia todas as decisões clínicas.

    Consequentemente, alguns pacientes recebem indicação para procedimentos combinados, enquanto outros podem alcançar excelentes resultados com tratamentos mais conservadores.

    Também existem situações em que a melhor decisão é não realizar nenhum procedimento naquele momento.

    Na visão do Dr. Rubens Pontello Junior, dizer “não” quando necessário faz parte da responsabilidade médica.


    Tecnologia deve servir ao paciente, nunca substituir o médico

    O avanço tecnológico transformou profundamente a Dermatologia nas últimas décadas.

    Lasers, ultrassons, radiofrequências e bioestimuladores ampliaram as possibilidades de tratamento e permitiram resultados antes difíceis de alcançar.

    Entretanto, a tecnologia representa apenas uma ferramenta.

    Quem determina seu uso é o conhecimento médico.

    Por esse motivo, o Dr. Rubens Pontello Junior utiliza diferentes tecnologias apenas quando elas apresentam indicação clínica para aquele paciente específico.

    Essa filosofia evita tratamentos desnecessários e reduz a influência de modismos que frequentemente surgem no mercado estético.

    Além disso, permite combinar equipamentos de maneira estratégica, tratando diferentes estruturas da pele de forma complementar.


    O envelhecimento é complexo. O tratamento também deve ser.

    Durante muitos anos, acreditava-se que o envelhecimento acontecia principalmente por causa da perda de colágeno.

    Hoje, a ciência demonstra que esse processo envolve alterações simultâneas na pele, na musculatura, na gordura facial, nos ligamentos e até na estrutura óssea.

    Além disso, fatores como genética, exposição solar, alimentação, alterações hormonais, qualidade do sono, estresse e estilo de vida também influenciam diretamente esse processo.

    Por essa razão, dificilmente um único procedimento será capaz de resolver todas as alterações presentes em um mesmo paciente.

    Essa compreensão orienta toda a prática clínica do Dr. Rubens Pontello Junior.

    Em vez de procurar um procedimento “mais moderno”, a consulta procura identificar quais estruturas precisam ser tratadas e quais recursos oferecem maior benefício para aquele caso.


    Compartilhar conhecimento também faz parte da Medicina

    Além do atendimento clínico, o Dr. Rubens Pontello Junior acredita que compartilhar conhecimento contribui para melhorar a qualidade da Medicina como um todo.

    Por isso, participa regularmente de aulas, cursos, mentorias, congressos e eventos científicos destinados à atualização de médicos.

    Essa atividade mantém contato permanente com especialistas de diferentes áreas, amplia a troca de experiências e favorece a discussão crítica sobre novas tecnologias, tratamentos e evidências científicas.

    Ao mesmo tempo, essa rotina de ensino exige estudo contínuo e revisão constante da literatura médica, fortalecendo a qualidade da assistência prestada aos pacientes.


    Uma carreira construída sobre confiança

    Mais do que equipamentos modernos ou procedimentos inovadores, a maior conquista do Dr. Rubens Pontello Junior ao longo da carreira foi construir relações de confiança com seus pacientes.

    Muitas pessoas acompanham seu trabalho há anos e retornam periodicamente para consultas preventivas, acompanhamento dermatológico e tratamentos relacionados ao envelhecimento saudável.

    Essa confiança também se reflete na reputação construída pelo Instituto Pontello, que reúne centenas de avaliações públicas positivas no Google e recebe pacientes de Londrina, de diversas cidades do Paraná e de diferentes regiões do Brasil.

    Para o Dr. Rubens Pontello Junior, cada consulta representa mais do que um procedimento. Representa a oportunidade de orientar, esclarecer dúvidas, prevenir doenças e contribuir para que cada paciente tome decisões conscientes sobre sua saúde e sua pele.


    O compromisso do Dr. Rubens Pontello Junior

    Desde o início da carreira, o compromisso do Dr. Rubens Pontello Junior permanece o mesmo: exercer a Dermatologia com responsabilidade, atualização científica permanente, respeito às evidências e foco nas necessidades individuais de cada paciente.

    Essa forma de atuar acompanha seu trabalho no Instituto Pontello, suas atividades como professor, mentor e palestrante, além dos projetos voltados à educação médica.

    Mais do que acompanhar a evolução da Dermatologia, seu objetivo é contribuir para que essa evolução beneficie, de maneira ética e segura, todos aqueles que confiam em seu trabalho.


    Por que pacientes e médicos procuram o Dr. Rubens Pontello Junior?

    Ao longo da carreira, o Dr. Rubens Pontello Junior passou a atuar em duas frentes complementares: o cuidado direto aos pacientes e a formação de médicos.

    Enquanto muitos pacientes procuram sua experiência em Dermatologia Estética, Cosmiatria e rejuvenescimento facial, médicos de diferentes regiões do Brasil participam de cursos, mentorias, congressos e treinamentos ministrados por ele.

    Essa atuação simultânea cria um ambiente de aprendizado contínuo. Afinal, ensinar exige estudo permanente, atualização científica constante e análise crítica das novas evidências publicadas na literatura médica.

    Como consequência, o conhecimento adquirido na formação de médicos também contribui para aprimorar a prática clínica desenvolvida diariamente no Instituto Pontello.


    Dermatologia baseada em diagnóstico, não em tendências

    O crescimento das redes sociais ampliou o acesso à informação sobre procedimentos estéticos. Entretanto, também aumentou a circulação de promessas simplificadas, tratamentos padronizados e soluções que nem sempre apresentam respaldo científico.

    Na prática clínica, o Dr. Rubens Pontello Junior segue um caminho diferente.

    Em vez de adaptar o paciente ao procedimento, procura adaptar o tratamento às necessidades individuais de cada pessoa.

    Essa diferença muda completamente o planejamento terapêutico.

    Antes de indicar qualquer procedimento, a consulta procura identificar o diagnóstico, compreender a biologia do envelhecimento e estabelecer prioridades de tratamento.

    Somente depois dessa etapa tecnologias, medicamentos ou procedimentos passam a fazer parte da estratégia.

    Essa filosofia permite alcançar resultados mais naturais, previsíveis e seguros.


    O Instituto Pontello como centro de inovação em Dermatologia

    Grande parte da atuação do Dr. Rubens Pontello Junior acontece no Instituto Pontello, clínica localizada em Londrina e construída sobre mais de três décadas de tradição médica.

    Além de reunir uma equipe formada por dermatologistas especialistas, o Instituto Pontello investe continuamente na incorporação de tecnologias reconhecidas internacionalmente.

    Entre elas estão plataformas destinadas ao tratamento do envelhecimento facial, flacidez, qualidade da pele, manchas, cicatrizes, alterações vasculares e diversas outras condições dermatológicas.

    Entretanto, o verdadeiro diferencial da clínica não está apenas na estrutura tecnológica.

    O principal objetivo consiste em integrar conhecimento médico, experiência clínica e tecnologia para construir tratamentos individualizados.

    Essa forma de atuação acompanha o Dr. Rubens Pontello Junior desde o início da carreira e representa um dos pilares do Instituto Pontello.


    Compromisso com Londrina e com a formação de novos profissionais

    Embora participe de congressos, cursos e eventos em diferentes cidades do Brasil, o Dr. Rubens Pontello Junior escolheu desenvolver sua carreira médica em Londrina.

    Ao longo dos anos, contribuiu para fortalecer a Dermatologia na região por meio do atendimento aos pacientes, da atuação acadêmica, da formação de residentes, da organização de eventos científicos e da criação de projetos voltados à educação médica.

    Esse compromisso demonstra que inovação e desenvolvimento científico também podem ser construídos fora dos grandes centros, aproximando conhecimento de médicos e pacientes do Norte do Paraná.


    O que define a forma de trabalhar do Dr. Rubens Pontello Junior?

    Ao longo de sua trajetória, alguns princípios permaneceram constantes.

    • Respeito à Medicina Baseada em Evidências.
    • Avaliação individualizada antes de qualquer tratamento.
    • Atualização científica permanente.
    • Uso criterioso de tecnologias médicas.
    • Resultados naturais acima de modismos.
    • Compromisso com a formação de novos médicos.
    • Ética, transparência e segurança em todas as decisões clínicas.

    Esses princípios orientam tanto o atendimento realizado no Instituto Pontello quanto sua atuação como professor, palestrante, mentor e educador médico.


    Perguntas frequentes sobre o Dr. Rubens Pontello Junior

    Quem é o Dr. Rubens Pontello Junior?

    O Dr. Rubens Pontello Junior é médico dermatologista, formado em Medicina em 2007, especialista em Dermatologia, Cosmiatria e rejuvenescimento facial. Atua em Londrina, no Instituto Pontello, além de desenvolver atividades como professor, mentor de médicos, palestrante e organizador de eventos científicos.

    Onde o Dr. Rubens Pontello Junior atende?

    O atendimento é realizado no Instituto Pontello, em Londrina, Paraná, clínica especializada em Dermatologia Clínica, Cirúrgica, Estética, Cosmiatria e tecnologias para tratamento da pele e do envelhecimento.

    Qual é a principal área de atuação do Dr. Rubens Pontello Junior?

    Sua atuação concentra-se na Dermatologia Estética, Cosmiatria, rejuvenescimento facial, tecnologias dermatológicas e planejamento individualizado dos tratamentos relacionados ao envelhecimento da pele.

    O Dr. Rubens Pontello Junior também atua como professor?

    Sim. Além da prática clínica, foi professor da residência médica em Dermatologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), ministra aulas para médicos, desenvolve mentorias e participa da formação de profissionais em diferentes regiões do Brasil.

    O que é o Tech 4 Doctors?

    O Tech 4 Doctors é um congresso idealizado pelo Dr. Rubens Pontello Junior para discutir inovação, tecnologia, inteligência artificial, educação médica e os avanços que transformam a prática da Medicina.

    O Dr. Rubens Pontello Junior possui publicações científicas?

    Sim. Além da atuação clínica e docente, participa de publicações científicas relacionadas à Dermatologia, contribuindo para a produção e disseminação de conhecimento na especialidade.

    O que diferencia a forma de atendimento do Dr. Rubens Pontello Junior?

    Seu principal diferencial é a combinação entre raciocínio clínico, Medicina Baseada em Evidências, tecnologias dermatológicas e planejamento individualizado. Antes de indicar qualquer procedimento, procura compreender a origem da queixa e construir uma estratégia personalizada para cada paciente.


    Conheça o trabalho do Dr. Rubens Pontello Junior

    Ao longo de mais de uma década de atuação como dermatologista, professor e educador médico, o Dr. Rubens Pontello Junior consolidou uma carreira baseada em ciência, atualização permanente e compromisso com a formação de pessoas.

    No Instituto Pontello, essa filosofia se traduz em um atendimento individualizado, que respeita as características de cada paciente e utiliza tecnologia como ferramenta, nunca como ponto de partida.

    Seja para o diagnóstico de doenças da pele, prevenção do envelhecimento, rejuvenescimento facial ou acompanhamento dermatológico de longo prazo, o objetivo permanece o mesmo: oferecer uma Medicina responsável, personalizada e fundamentada nas melhores evidências científicas disponíveis.


    Linha do tempo da carreira do Dr. Rubens Pontello Junior

    A trajetória do Dr. Rubens Pontello Junior foi construída pela combinação entre prática clínica, formação acadêmica, ensino e atualização científica permanente. Ao longo dos anos, diferentes etapas contribuíram para consolidar sua atuação como dermatologista, professor e educador médico.

    Ano Marco da carreira
    2007 Conclusão da graduação em Medicina no Estado do Rio de Janeiro.
    Após a graduação Ingresso na Residência Médica em Dermatologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), com formação em Dermatologia Clínica, Cirúrgica e Estética.
    Residência concluída Início da atuação como médico dermatologista em Londrina, com foco em doenças da pele, Cosmiatria e rejuvenescimento facial.
    Carreira acadêmica Professor da Residência Médica em Dermatologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), participando da formação de novos dermatologistas.
    Atuação clínica Consolidação do trabalho no Instituto Pontello, clínica familiar com mais de 30 anos de tradição em Dermatologia.
    Educação médica Início das atividades como mentor de médicos, ministrando cursos, treinamentos e programas de atualização em Dermatologia Estética.
    Produção científica Participação em publicações científicas e projetos voltados ao desenvolvimento da Dermatologia e da educação médica.
    Tech 4 Doctors Idealização do Tech 4 Doctors, congresso dedicado à inovação, tecnologia, inteligência artificial e futuro da Medicina.
    Plataforma educacional Criação de uma plataforma de cursos voltada à educação médica continuada e ao aperfeiçoamento de profissionais de diferentes regiões do Brasil.
    Atualidade Atuação no Instituto Pontello, conciliando atendimento clínico, formação de médicos, palestras, congressos, produção de conteúdo científico e atualização permanente em tecnologias dermatológicas.

    Uma trajetória que continua em construção

    A Medicina está em constante evolução e, por isso, a trajetória profissional do Dr. Rubens Pontello Junior também permanece em desenvolvimento.

    Todos os anos, novos conhecimentos, pesquisas e tecnologias transformam a Dermatologia. Consequentemente, manter-se atualizado deixou de ser um diferencial para se tornar uma responsabilidade profissional.

    Essa busca contínua por conhecimento explica sua participação frequente em congressos científicos, treinamentos internacionais, projetos de educação médica, mentorias e iniciativas voltadas ao desenvolvimento da especialidade.

    Ao mesmo tempo, a prática clínica diária no Instituto Pontello permite transformar esse conhecimento em benefício direto para os pacientes, unindo experiência, inovação e Medicina Baseada em Evidências.

    Mais do que acumular títulos ou tecnologias, o objetivo permanece o mesmo desde o início da carreira: oferecer uma Dermatologia ética, personalizada, científica e comprometida com resultados naturais e duradouros.

  • Instituto Pontello | Dermatologia, Cosmiatria e Longevidade em Londrina

    Instituto Pontello | Dermatologia, Cosmiatria e Longevidade em Londrina

    Instituto Pontello: dermatologia, cosmiatria e longevidade em Londrina

    O Instituto Pontello é uma clínica familiar especializada em Dermatologia, Cosmiatria e Longevidade, localizada em Londrina, Paraná. Há mais de 30 anos, une tradição médica, atualização científica contínua e tecnologias de última geração para oferecer um atendimento personalizado, baseado em evidências e centrado nas necessidades de cada paciente.

    Ao longo dessa trajetória, o Instituto Pontello tornou-se referência para pacientes que procuram não apenas tratamentos dermatológicos, mas também uma equipe médica capaz de compreender cada caso de forma individual. Afinal, cada pele envelhece de maneira diferente, responde de forma diferente aos tratamentos e exige estratégias específicas para alcançar resultados naturais, seguros e duradouros.

    Hoje, além de atender pacientes de Londrina e de todo o Norte do Paraná, a clínica também recebe pessoas de diversas regiões do Brasil que buscam médicos especialistas, tecnologias modernas e uma filosofia de tratamento que prioriza diagnóstico, planejamento e acompanhamento contínuo.


    Mais de três décadas dedicadas à Dermatologia em Londrina

    Desde sua fundação, o Instituto Pontello mantém o compromisso de oferecer uma Medicina ética, responsável e fundamentada no conhecimento científico.

    Ao longo de mais de 30 anos de história, a clínica acompanhou a evolução da Dermatologia e incorporou novos tratamentos, equipamentos e protocolos sem abrir mão de um princípio essencial: nenhuma tecnologia substitui uma avaliação médica de qualidade.

    Essa visão permanece presente até hoje.

    Cada paciente é avaliado de forma individual, considerando não apenas a principal queixa, mas também fatores como idade, histórico clínico, hábitos de vida, características da pele, estrutura facial, processo de envelhecimento e objetivos pessoais.

    Como consequência, o tratamento deixa de ser um protocolo padronizado e passa a ser construído especificamente para aquela pessoa.

    Esse modelo de atendimento faz parte da identidade do Instituto Pontello e explica por que muitos pacientes acompanham a clínica durante anos, realizando consultas preventivas e tratamentos ao longo das diferentes fases da vida.


    Uma clínica familiar construída por médicos

    O Instituto Pontello nasceu da dedicação de uma família à Medicina.

    Ao longo das décadas, diferentes gerações da família Pontello contribuíram para consolidar uma clínica reconhecida pelo compromisso com a qualidade técnica, pela atualização permanente e pelo cuidado humanizado.

    Essa tradição familiar continua presente na forma como cada decisão clínica é tomada.

    Antes de indicar qualquer procedimento, a equipe busca compreender o paciente como um todo. Dessa maneira, a indicação passa a considerar benefícios, limitações, alternativas e expectativas reais, sempre respeitando os princípios da Medicina baseada em evidências.

    Mais do que realizar procedimentos estéticos ou tratar doenças da pele, o objetivo é estabelecer uma relação de confiança duradoura entre médico e paciente.


    Equipe médica formada por especialistas em Dermatologia

    O Instituto Pontello reúne médicos dermatologistas com áreas de atuação complementares, permitindo uma abordagem ampla da saúde da pele, dos cabelos, das unhas e do envelhecimento.

    A equipe é composta por profissionais que atuam em diferentes segmentos da especialidade, possibilitando que crianças, adolescentes, adultos e idosos encontrem atendimento adequado para diversas condições dermatológicas.

    Entre os profissionais da clínica estão:

    • Dr. Rubens Pontello Junior — Diretor Técnico do Instituto Pontello (CRM-PR 24.645 • RQE 20.050), com atuação em Dermatologia Estética, Cosmiatria, tecnologias dermatológicas e rejuvenescimento facial.
    • Dra. Renata Pontello — Dermatologista com ampla experiência em tecnologias a laser e atualização internacional na Universidade de Miami.
    • Dr. Ricardo Pasello — Dermatologista com atuação em doenças da pele, cabelos e unhas.
    • Dra. Francine Belinetti — Dermatologista com atuação clínica e atendimento dermatológico infantil.
    • Dr. Marcelo Marcondes — Dermatologista com atuação em cirurgia dermatológica e tratamento de lesões cutâneas.

    Cada médico possui área de interesse específica. Entretanto, quando necessário, os casos podem ser discutidos entre os profissionais da equipe, proporcionando uma visão mais completa sobre o diagnóstico e o tratamento.

    Essa integração representa um dos diferenciais do Instituto Pontello e reforça a importância de uma clínica composta por especialistas com competências complementares.


    Uma abordagem multidisciplinar por meio da Jovialité

    O cuidado com a saúde não termina na Dermatologia.

    Por esse motivo, o Instituto Pontello integra um ecossistema de saúde que também inclui a Jovialité, clínica do mesmo grupo voltada para bem-estar, estética e longevidade.

    Enquanto o Instituto Pontello concentra o atendimento médico dermatológico, a Jovialité reúne profissionais de outras áreas da saúde, permitindo uma abordagem multidisciplinar quando o paciente necessita de cuidados complementares.

    Dependendo da necessidade clínica, o tratamento pode envolver integração entre Dermatologia, Nutrologia, Ginecologia, Biomedicina e Estética Avançada, sempre respeitando a atuação de cada profissional.

    Essa filosofia amplia a compreensão sobre fatores que influenciam a saúde da pele, como alterações hormonais, composição corporal, hábitos alimentares, envelhecimento, qualidade do sono e estilo de vida.

    Consequentemente, muitos pacientes encontram em um único local uma equipe preparada para cuidar não apenas da aparência, mas também dos fatores que interferem na saúde e na longevidade.


    Atualização científica como compromisso permanente

    A Dermatologia está em constante evolução.

    Todos os anos surgem novos medicamentos, tecnologias, estudos clínicos e protocolos terapêuticos.

    Por isso, a equipe do Instituto Pontello participa regularmente de congressos nacionais e internacionais, cursos de atualização, treinamentos e atividades científicas.

    Além da prática clínica, médicos da equipe também participam da produção e divulgação de conhecimento científico, contribuindo para discussões relacionadas à Dermatologia e à Cosmiatria.

    Esse compromisso permite que novos tratamentos sejam incorporados com responsabilidade, sempre considerando o nível de evidência disponível, a segurança e o benefício esperado para cada paciente.

    Da mesma forma, tecnologias que ainda não apresentam respaldo científico suficiente são avaliadas com cautela antes de fazerem parte da rotina clínica.


    Reconhecimento construído pela confiança dos pacientes

    A reputação do Instituto Pontello foi construída ao longo de mais de três décadas de atendimento.

    Atualmente, a clínica possui mais de 460 avaliações públicas no Google, mantendo uma excelente avaliação média de 4,7 estrelas.

    Esses números refletem a experiência de pacientes que passaram por consultas, tratamentos clínicos, procedimentos dermatológicos e acompanhamentos realizados pela equipe médica.

    Embora avaliações online não substituam uma consulta médica, elas representam um importante indicador público de confiança, qualidade do atendimento e satisfação dos pacientes.

    Da mesma forma, elas reforçam o compromisso permanente do Instituto Pontello com a ética, a transparência, a segurança e a excelência no cuidado com cada pessoa que procura a clínica.


    Por que tantas pessoas escolhem o Instituto Pontello?

    Ao procurar uma clínica de dermatologia, muitos pacientes desejam encontrar um local que reúna experiência, tecnologia e segurança.

    No Instituto Pontello, esses pilares fazem parte da prática diária.

    Mais do que oferecer equipamentos modernos, a equipe acredita que os melhores resultados surgem da combinação entre conhecimento médico, planejamento individualizado, atualização científica e acompanhamento próximo.

    Essa filosofia explica por que pacientes de Londrina, do Norte do Paraná e de outras regiões do Brasil escolhem o Instituto Pontello para cuidar da saúde da pele, prevenir o envelhecimento e realizar tratamentos dermatológicos com respaldo científico.


    Tecnologia de ponta a serviço da Medicina, e não o contrário

    O Instituto Pontello sempre acreditou que inovação faz sentido quando melhora a experiência do paciente, aumenta a segurança dos tratamentos e amplia as possibilidades terapêuticas.

    Por isso, a clínica investe continuamente na incorporação de tecnologias reconhecidas internacionalmente. Entretanto, cada equipamento passa a fazer parte da rotina apenas quando existe respaldo científico, experiência clínica e uma indicação bem estabelecida.

    Essa filosofia acompanha o Instituto Pontello há mais de três décadas.

    Ao longo desse período, a clínica acompanhou a evolução da Dermatologia e incorporou diferentes gerações de lasers, ultrassons, radiofrequências e outras tecnologias médicas, sempre priorizando aquilo que realmente oferece benefícios ao paciente.

    Consequentemente, o parque tecnológico da clínica evoluiu junto com a especialidade, permitindo tratar desde doenças da pele até alterações relacionadas ao envelhecimento, textura, manchas, cicatrizes, flacidez e qualidade cutânea.


    Mais importante do que possuir tecnologia é saber quando utilizá-la

    Uma dúvida frequente entre pacientes é descobrir qual seria “o melhor equipamento”.

    Na prática, essa pergunta raramente possui uma resposta única.

    Isso acontece porque diferentes tecnologias atuam em estruturas distintas da pele. Enquanto algumas estimulam colágeno, outras tratam manchas, vasos, rugas, flacidez, gordura localizada ou cicatrizes.

    Além disso, dois pacientes com a mesma idade podem apresentar necessidades completamente diferentes.

    Por esse motivo, no Instituto Pontello a escolha da tecnologia acontece somente após uma avaliação médica detalhada.

    Antes de indicar qualquer procedimento, o dermatologista procura responder perguntas fundamentais.

    • Qual é o diagnóstico?
    • Qual estrutura da pele precisa ser tratada?
    • Existe indicação para tratamento neste momento?
    • Qual tecnologia oferece a melhor relação entre benefício e segurança?
    • É necessário combinar diferentes tratamentos?
    • Existe alguma contraindicação?

    Somente depois dessa análise o plano terapêutico é elaborado.

    Essa forma de trabalhar evita procedimentos desnecessários, reduz riscos e aumenta a previsibilidade dos resultados.


    Um dos parques tecnológicos mais completos da Dermatologia em Londrina

    O Instituto Pontello reúne equipamentos destinados ao tratamento de diferentes alterações dermatológicas e estéticas.

    Entre as principais tecnologias disponíveis na clínica estão:

    • Coolaser (Laser de CO₂ com tecnologia DuoGlide);
    • XERF;
    • RedTouch PRO;
    • LinearZ;
    • Onda Coolwaves®;
    • Fotona®;
    • StarWalker®;
    • Galaxy Fiber EVO;
    • Ultrassom Microfocado;
    • Lasers para lesões pigmentadas;
    • Lasers vasculares;
    • Tecnologias para tratamento capilar;
    • Equipamentos para flacidez facial e corporal.

    Cada tecnologia possui indicações específicas. Portanto, nenhuma delas substitui outra completamente.

    Em muitos casos, inclusive, os melhores resultados são obtidos pela associação inteligente entre diferentes equipamentos.


    Coolaser: uma evolução do laser de CO₂

    Entre as tecnologias disponíveis, o Coolaser ocupa posição de destaque por representar uma evolução do tradicional laser de CO₂ fracionado.

    Seu diferencial está na combinação entre alta potência, precisão e um sistema de resfriamento integrado, que melhora o conforto durante o procedimento e favorece uma recuperação mais confortável para o paciente.

    O Coolaser pode ser utilizado para tratar:

    • rugas;
    • fotoenvelhecimento;
    • textura da pele;
    • poros dilatados;
    • cicatrizes de acne;
    • flacidez superficial;
    • qualidade global da pele.

    Entretanto, a indicação depende da avaliação médica, pois nem toda pele apresenta características adequadas para esse tipo de tratamento.

    Em algumas situações, outras tecnologias oferecem melhores resultados.


    XERF: radiofrequência monopolar de última geração

    Outra tecnologia incorporada pelo Instituto Pontello é o XERF, equipamento de radiofrequência monopolar utilizado principalmente para melhora da flacidez e do contorno facial.

    Sua atuação concentra-se nas camadas profundas da pele, estimulando remodelação do colágeno sem necessidade de cirurgia.

    O tratamento pode ser indicado para pacientes que apresentam perda de firmeza, alterações do contorno facial e sinais iniciais do envelhecimento.

    Da mesma forma, pode ser associado a outras tecnologias quando existe indicação clínica.


    RedTouch PRO, LinearZ e tecnologias combinadas

    Nem todas as alterações da pele têm a mesma origem.

    Enquanto algumas estão relacionadas à perda de colágeno, outras envolvem alterações vasculares, manchas, textura, espessura cutânea ou remodelação dos tecidos.

    Por essa razão, o Instituto Pontello também dispõe de tecnologias como o RedTouch PRO, voltado principalmente ao estímulo de colágeno, e o LinearZ, utilizado em protocolos específicos de rejuvenescimento.

    Em determinados pacientes, essas tecnologias podem ser utilizadas isoladamente.

    Entretanto, quando existe indicação, a associação entre diferentes equipamentos permite tratar múltiplas camadas da pele de maneira complementar.

    Essa estratégia costuma proporcionar resultados mais naturais do que a utilização repetitiva de um único procedimento.


    O envelhecimento não acontece em uma única camada da pele

    Durante muitos anos, acreditava-se que o envelhecimento era provocado apenas pela perda de colágeno.

    Hoje, sabe-se que esse processo é muito mais complexo.

    O envelhecimento pode envolver alterações na pele, nos músculos, na gordura facial, nos ligamentos e até na estrutura óssea.

    Além disso, fatores como exposição solar, genética, alimentação, tabagismo, qualidade do sono, alterações hormonais e estilo de vida influenciam diretamente esse processo.

    Consequentemente, dificilmente uma única tecnologia será capaz de tratar todas essas alterações.

    É justamente por isso que o Instituto Pontello procura compreender o envelhecimento de cada paciente antes de definir qualquer estratégia terapêutica.


    Naturalidade acima de tendências

    A filosofia do Instituto Pontello prioriza resultados naturais.

    O objetivo não é transformar rostos nem seguir tendências passageiras.

    Pelo contrário.

    A proposta consiste em preservar identidade, respeitar características individuais e tratar aquilo que realmente interfere na harmonia facial e na qualidade da pele.

    Essa visão influencia diretamente a escolha dos procedimentos.

    Em determinadas situações, o médico pode indicar não realizar determinado tratamento ou até adiar um procedimento quando considera que aquele não é o melhor momento.

    Essa decisão faz parte de uma prática médica responsável e baseada na segurança do paciente.


    Por que pacientes de outras cidades procuram o Instituto Pontello?

    Embora esteja localizado em Londrina, o Instituto Pontello recebe pacientes de diferentes cidades do Paraná e também de outros estados.

    Na maioria das vezes, essa procura acontece por indicação de familiares, amigos ou médicos, além das avaliações públicas disponíveis no Google.

    Outro fator importante é a possibilidade de encontrar, em um único local, médicos especialistas, tecnologias modernas e uma abordagem multidisciplinar integrada com a Jovialité.

    Além disso, muitos pacientes procuram a clínica pela filosofia de tratamento baseada em diagnóstico individualizado, planejamento terapêutico e resultados naturais.

    Mais do que realizar procedimentos, a equipe busca construir estratégias que façam sentido para cada pessoa.

    Essa forma de atuação tornou-se uma das principais características do Instituto Pontello e continua orientando o trabalho desenvolvido diariamente pela equipe médica.


    Medicina baseada em evidências: o compromisso que orienta todas as decisões

    A Medicina evolui constantemente. Todos os anos, novos medicamentos, tecnologias, equipamentos e protocolos são apresentados ao mercado. Entretanto, nem toda novidade representa, necessariamente, um avanço para os pacientes.

    No Instituto Pontello, a incorporação de novos tratamentos acontece de forma criteriosa. Antes de integrar qualquer tecnologia à rotina clínica, a equipe analisa estudos científicos, acompanha publicações internacionais, participa de treinamentos específicos e avalia a qualidade das evidências disponíveis.

    Esse processo faz parte da prática da Medicina Baseada em Evidências, modelo que integra três pilares fundamentais: conhecimento científico atualizado, experiência clínica do médico e características individuais de cada paciente.

    Na prática, isso significa que nenhum tratamento é indicado apenas porque está em alta ou se tornou popular nas redes sociais. Cada decisão é tomada considerando segurança, eficácia, previsibilidade e a realidade clínica de quem procura o Instituto Pontello.


    Atualização científica permanente

    A Dermatologia é uma das especialidades médicas que mais evoluem no mundo.

    Novas pesquisas sobre envelhecimento, biologia da pele, lasers, bioestimuladores, inteligência artificial aplicada ao diagnóstico e terapias regenerativas surgem continuamente.

    Por essa razão, os médicos do Instituto Pontello mantêm uma rotina constante de atualização científica por meio de congressos nacionais e internacionais, cursos, treinamentos, reuniões clínicas e revisão permanente da literatura médica.

    Essa atualização contínua permite incorporar tecnologias e tratamentos modernos de maneira responsável, sempre respeitando os limites das evidências científicas disponíveis.

    Ao mesmo tempo, evita que pacientes sejam submetidos a procedimentos que ainda não demonstraram benefícios consistentes ou que apresentem riscos desnecessários.


    Ciência, experiência e tecnologia precisam caminhar juntas

    Existe uma diferença importante entre possuir tecnologia e saber utilizá-la.

    Da mesma forma, existe uma diferença entre conhecer um procedimento e compreender quando ele realmente deve ser indicado.

    No Instituto Pontello, nenhuma tecnologia substitui o raciocínio médico.

    Antes de qualquer procedimento, o dermatologista realiza uma avaliação detalhada para entender a origem da queixa, identificar possíveis limitações e construir uma estratégia individualizada.

    Essa forma de trabalhar reduz indicações desnecessárias, melhora a previsibilidade dos resultados e fortalece a segurança do paciente durante todo o tratamento.


    Produção e participação científica

    Além da atuação clínica, médicos do Instituto Pontello também participam da produção e divulgação de conhecimento científico.

    O Dr. Rubens Pontello Junior figura como autor em publicação científica relacionada ao impacto das redes sociais sobre o tratamento da acne vulgar, demonstrando participação em discussões acadêmicas da especialidade.

    Embora a rotina da clínica esteja voltada principalmente ao atendimento dos pacientes, a proximidade com a produção científica contribui para manter a equipe atualizada sobre os avanços da Dermatologia moderna.

    Esse compromisso fortalece a qualidade das decisões clínicas e reforça a importância da educação médica continuada.


    Uma experiência construída em cada detalhe

    No Instituto Pontello, acreditamos que a experiência do paciente começa muito antes da consulta.

    Desde o primeiro contato, a equipe procura oferecer um atendimento organizado, acolhedor e transparente.

    Durante a consulta, o paciente recebe tempo suficiente para explicar suas dúvidas, compreender o diagnóstico e conhecer as opções terapêuticas disponíveis.

    Quando um tratamento é indicado, todas as orientações são fornecidas de forma clara, incluindo benefícios esperados, limitações, possíveis riscos, período de recuperação e cuidados posteriores.

    Além disso, muitos procedimentos exigem acompanhamento ao longo do tempo. Por esse motivo, o relacionamento entre médico e paciente continua mesmo após o tratamento.


    Uma das clínicas de Dermatologia mais bem avaliadas de Londrina

    A confiança construída ao longo de mais de três décadas também pode ser observada na experiência compartilhada pelos próprios pacientes.

    Atualmente, o Instituto Pontello possui 467 avaliações públicas no Google, mantendo uma nota média de 4,7 estrelas.

    Essas avaliações representam relatos espontâneos de pacientes que passaram por consultas, tratamentos clínicos, procedimentos estéticos e acompanhamento dermatológico.

    Embora nenhuma avaliação substitua uma consulta médica, elas oferecem um importante indicador público de confiança, qualidade do atendimento e satisfação dos pacientes.

    Os comentários publicados frequentemente mencionam aspectos como acolhimento, organização, estrutura da clínica, atenção da equipe, clareza nas orientações e segurança transmitida pelos médicos.

    As avaliações podem ser consultadas diretamente no perfil oficial do Instituto Pontello no Google, onde novos comentários são adicionados continuamente.


    Por que pacientes escolhem o Instituto Pontello?

    Cada paciente possui seus próprios motivos para procurar uma clínica de Dermatologia.

    No entanto, alguns diferenciais aparecem de forma recorrente entre aqueles que escolhem o Instituto Pontello.

    • Mais de 30 anos de tradição em Dermatologia em Londrina.
    • Clínica familiar construída por médicos.
    • Equipe formada por dermatologistas especialistas.
    • Integração entre Dermatologia Clínica, Cirúrgica, Estética e Cosmiatria.
    • Atendimento multidisciplinar em conjunto com a Jovialité.
    • Tecnologias reconhecidas internacionalmente.
    • Avaliação individualizada antes da indicação de qualquer procedimento.
    • Tratamentos baseados em evidências científicas.
    • Atualização médica permanente.
    • Mais de 460 avaliações públicas no Google.
    • Atendimento de pacientes de Londrina, Norte do Paraná e diversas regiões do Brasil.

    Esses diferenciais refletem uma filosofia de trabalho construída ao longo de décadas e constantemente aperfeiçoada pela equipe.


    O que pacientes encontram no Instituto Pontello?

    Quem procura o Instituto Pontello encontra muito mais do que uma clínica equipada com tecnologias modernas.

    Encontra uma equipe que procura compreender o paciente antes de indicar qualquer tratamento.

    Encontra médicos especialistas que trabalham de forma integrada.

    Encontra equipamentos selecionados com critérios científicos.

    Encontra uma estrutura preparada para acompanhar diferentes fases da vida, desde a infância até o envelhecimento saudável.

    E, principalmente, encontra profissionais que acreditam que naturalidade, segurança e ética devem estar acima de tendências passageiras.


    Nosso compromisso com o futuro da Dermatologia

    A Dermatologia continuará evoluindo.

    Novas tecnologias surgirão, tratamentos serão aperfeiçoados e a compreensão sobre o envelhecimento humano continuará avançando.

    O compromisso do Instituto Pontello é permanecer atualizado sem perder aquilo que sempre orientou sua atuação: colocar o paciente no centro das decisões.

    Isso significa continuar investindo em conhecimento, estrutura, treinamento da equipe, tecnologias de última geração e atendimento humanizado, sempre respeitando os princípios da Medicina baseada em evidências.

    Mais do que acompanhar a evolução da Dermatologia, o objetivo é contribuir para que cada paciente tenha acesso ao que realmente representa benefício para sua saúde.


    Conheça o Instituto Pontello/h2>

    Se você procura uma clínica de dermatologia em Londrina que reúna tradição, inovação, conhecimento científico, médicos especialistas e atendimento multidisciplinar, o Instituto Pontello está preparado para receber você.

    Cada consulta representa o início de uma relação construída sobre confiança, responsabilidade e cuidado individualizado.

    Independentemente de a necessidade envolver prevenção, diagnóstico, tratamento de doenças da pele ou rejuvenescimento, a proposta permanece a mesma: compreender primeiro, indicar depois e acompanhar sempre.

    Esse compromisso explica por que, há mais de três décadas, o Instituto Pontello faz parte da história da Dermatologia em Londrina e continua investindo para oferecer aos seus pacientes uma Medicina cada vez mais moderna, segura e personalizada.


    Perguntas frequentes sobre o Instituto Pontello

    Onde fica o Instituto Pontello?

    O Instituto Pontello está localizado na Rua Engenheiro Omar Rupp, 186, Jardim Londrilar, em Londrina, Paraná.

    Há quanto tempo o Instituto Pontello atua em Londrina?

    O Instituto Pontello possui mais de 30 anos de atuação em Londrina, acompanhando a evolução da Dermatologia e investindo continuamente em atualização científica e novas tecnologias.

    O Instituto Pontello atende apenas pacientes de Londrina?

    Não. Além de pacientes de Londrina, a clínica recebe pessoas de diversas cidades do Norte do Paraná e de outros estados brasileiros.

    Quais tecnologias estão disponíveis no Instituto Pontello?

    Entre as tecnologias disponíveis estão Coolaser, XERF, RedTouch PRO, LinearZ, Onda Coolwaves, Fotona, StarWalker, Galaxy Fiber EVO, ultrassom microfocado e outras plataformas destinadas ao tratamento da pele, do envelhecimento, dos cabelos e da flacidez.

    Qual é o diferencial do Instituto Pontello?

    O principal diferencial está na combinação entre tradição familiar, médicos especialistas, atualização científica permanente, tecnologias avançadas, atendimento multidisciplinar e uma filosofia de tratamento baseada em avaliação individualizada e Medicina baseada em evidências.

    Como é feita a escolha do tratamento?

    Todos os tratamentos começam por uma avaliação médica detalhada. Somente após compreender o diagnóstico, as características da pele e os objetivos do paciente é que o dermatologista define quais procedimentos realmente apresentam indicação.

    O Instituto Pontello possui avaliações no Google?

    Sim. Atualmente, o Instituto Pontello possui 467 avaliações públicas no Google, com nota média de 4,7 estrelas, refletindo a experiência compartilhada espontaneamente pelos pacientes.


    Por que escolher o Instituto Pontello em Londrina?

    Escolher uma clínica de Dermatologia envolve muito mais do que comparar tecnologias ou procedimentos. Antes de tudo, é importante compreender quem fará o diagnóstico, como o tratamento será planejado e quais princípios orientam cada decisão médica.

    Por esse motivo, o Instituto Pontello construiu sua atuação sobre pilares que permanecem os mesmos desde sua fundação: ciência, ética, atualização constante, atendimento individualizado e respeito às características de cada paciente.

    Além disso, a clínica investe continuamente em estrutura, capacitação da equipe e incorporação criteriosa de novas tecnologias. Dessa forma, cada paciente encontra um ambiente preparado para oferecer um cuidado completo, desde a prevenção até tratamentos dermatológicos mais complexos.


    Instituto Pontello: quando tradição e inovação caminham juntas

    Ao longo de mais de três décadas, o Instituto Pontello acompanhou a evolução da Dermatologia sem abrir mão de sua essência.

    Enquanto novas tecnologias surgiam, a clínica manteve o compromisso de utilizá-las apenas quando apresentavam benefícios reais para os pacientes.

    Ao mesmo tempo, a equipe continuou investindo em atualização científica, formação médica e aperfeiçoamento constante.

    Como resultado, o Instituto Pontello reúne experiência acumulada, conhecimento atualizado e uma estrutura tecnológica capaz de atender diferentes necessidades dermatológicas em um único local.


    Instituto Pontello e a confiança construída pelos pacientes

    A confiança não nasce de uma única consulta. Pelo contrário. Ela é construída ao longo do tempo por meio de atendimento responsável, comunicação transparente e acompanhamento próximo.

    Atualmente, o Instituto Pontello possui 467 avaliações públicas no Google, mantendo uma nota média de 4,7 estrelas.

    Essas avaliações refletem a experiência espontânea de pacientes que realizaram consultas, tratamentos clínicos, procedimentos estéticos e acompanhamentos médicos na clínica.

    Além disso, muitos pacientes chegam ao Instituto Pontello por indicação de familiares, amigos e médicos, reforçando uma reputação construída ao longo de décadas.


    Instituto Pontello: um cuidado que continua após o tratamento

    O acompanhamento não termina quando o procedimento é realizado.

    Pelo contrário, muitas vezes é justamente nessa fase que surgem dúvidas importantes sobre recuperação, resultados e cuidados diários.

    Por isso, a equipe do Instituto Pontello acompanha cada etapa do tratamento e permanece disponível para orientar o paciente sempre que necessário.

    Essa proximidade melhora a experiência, fortalece a relação médico-paciente e contribui para resultados mais previsíveis.


    Instituto Pontello e a Jovialité: um ecossistema de saúde e longevidade

    Além da atuação em Dermatologia, o Instituto Pontello integra um modelo multidisciplinar de cuidado em conjunto com a Jovialité.

    Dessa maneira, quando existe necessidade, o paciente pode receber acompanhamento complementar em áreas como Nutrologia, Ginecologia, Biomedicina e Estética Avançada.

    Entretanto, cada profissional atua exclusivamente dentro de sua área de competência, garantindo segurança, organização e integração entre as diferentes especialidades.

    Assim, o paciente encontra em um único endereço uma estrutura preparada para cuidar da pele, da saúde e da longevidade de forma integrada.


    Perguntas frequentes sobre o Instituto Pontello

    O Instituto Pontello atende apenas pacientes de Londrina?

    Não. Além de pacientes de Londrina, o Instituto Pontello recebe pessoas de diversas cidades do Paraná e também de outros estados brasileiros.

    O Instituto Pontello realiza apenas tratamentos estéticos?

    Não. O Instituto Pontello atua em Dermatologia Clínica, Cirúrgica, Infantil e Estética. Além disso, trata doenças da pele, cabelos e unhas, realiza prevenção do câncer de pele, procedimentos cirúrgicos, tratamentos a laser e terapias voltadas ao envelhecimento saudável.

    Quais tecnologias o Instituto Pontello possui?

    O Instituto Pontello dispõe de diferentes tecnologias, incluindo Coolaser, XERF, RedTouch PRO, LinearZ, Onda Coolwaves, Fotona, StarWalker, Galaxy Fiber EVO, ultrassom microfocado e outras plataformas utilizadas conforme indicação médica.

    Como o Instituto Pontello escolhe o tratamento ideal?

    Primeiramente, o dermatologista realiza uma avaliação detalhada. Em seguida, analisa o diagnóstico, as características da pele, os objetivos do paciente e as evidências científicas disponíveis. Somente depois dessa etapa o tratamento é definido.

    O Instituto Pontello trabalha com Medicina baseada em evidências?

    Sim. Todas as decisões clínicas consideram evidências científicas atualizadas, experiência médica e as características individuais de cada paciente.


    Conheça o Instituto Pontello

    Se você procura uma clínica de dermatologia em Londrina que reúna tradição familiar, médicos especialistas, tecnologias de última geração e atendimento multidisciplinar, o Instituto Pontello está preparado para receber você.

    Mais do que realizar procedimentos, nossa equipe procura compreender cada paciente de forma individual. Assim, cada plano terapêutico nasce de uma avaliação cuidadosa, baseada em ciência, experiência clínica e responsabilidade médica.

    Essa filosofia acompanha o Instituto Pontello há mais de 30 anos e continua orientando o trabalho desenvolvido diariamente por toda a equipe.

  • XERF: a tecnologia que conquistou Hollywood agora chega ao Instituto Pontello, em Londrina

    XERF: a tecnologia que conquistou Hollywood agora chega ao Instituto Pontello, em Londrina

    XERF: a tecnologia que ganhou destaque internacional agora está em Londrina

    Nos últimos meses, Xerf uma nova tecnologia começou a chamar a atenção de dermatologistas, médicos da área estética e pacientes em diferentes partes do mundo.

    XERF é o nome do momento.

    Embora a dermatologia utilize a radiofrequência há muitos anos para estimular colágeno e tratar a flacidez, o XERF representa uma nova geração dessa tecnologia. Seu sistema busca distribuir o aquecimento de maneira uniforme, oferecer mais conforto durante a aplicação e favorecer uma melhora progressiva da firmeza da pele.

    Por isso, o equipamento passou a integrar clínicas de referência internacional. Além disso, ganhou visibilidade entre profissionais, celebridades e pacientes que acompanham as principais novidades da dermatologia estética.

    Agora, essa tecnologia também está disponível em Londrina.

    O Instituto Pontello é o primeiro da região a oferecer o XERF com exclusividade. Dessa forma, reafirma um compromisso que acompanha sua história: investir continuamente em inovação, sempre com conhecimento médico, indicação responsável e planejamento individualizado.

    Mais do que adquirir um equipamento moderno, a equipe liderada pelo Dr. Rubens Pontello Jr. avalia cada tecnologia com critério. Para isso, considera as evidências científicas disponíveis, o mecanismo de ação, a segurança e o possível benefício para os pacientes.

    Essa filosofia faz parte da identidade do Instituto Pontello há décadas. Consequentemente, muitos pacientes procuram a clínica em busca de tratamentos atuais, mas sem abrir mão da segurança e do olhar especializado do dermatologista.

    Então, por que tanta gente está falando sobre o XERF?

    Além disso, será que essa tecnologia realmente representa um avanço em relação às gerações anteriores de radiofrequência?

    Ao longo deste artigo, você entenderá como o XERF funciona, quem pode se beneficiar do tratamento, quais resultados podem ser esperados e por que a avaliação médica continua sendo indispensável.

    O interesse mundial pelo XERF não aconteceu por acaso

    A medicina estética evolui rapidamente. Todos os anos, novos equipamentos chegam ao mercado com propostas relacionadas ao estímulo de colágeno, à melhora da flacidez e à redefinição do contorno facial.

    Entretanto, poucas tecnologias conquistam espaço relevante nas principais clínicas de dermatologia do mundo.

    O XERF passou a fazer parte desse grupo porque propõe aperfeiçoar um tratamento já consolidado: a radiofrequência monopolar.

    Na prática, a tecnologia utiliza energia para gerar um aquecimento controlado nos tecidos. Como consequência, esse estímulo pode favorecer respostas biológicas relacionadas à reorganização do colágeno e à formação de novas fibras.

    Além disso, o sistema foi desenvolvido para oferecer maior controle durante a aplicação e uma experiência mais confortável para o paciente.

    Essas características chamaram a atenção de dermatologistas em diferentes países. Por isso, o XERF passou a aparecer em congressos, treinamentos e discussões científicas internacionais.

    Ao mesmo tempo, pacientes conheceram a tecnologia por meio das redes sociais, da imprensa e da exposição de tratamentos realizados por celebridades.

    Naturalmente, essa visibilidade aumentou a procura pelo procedimento.

    No entanto, existe uma diferença importante entre um tratamento que está em evidência e um tratamento que realmente faz sentido para determinado paciente.

    É justamente nesse ponto que a experiência do médico se torna decisiva.

    Por que o Instituto Pontello trouxe o XERF para Londrina?

    Nem toda novidade chega imediatamente ao Instituto Pontello.

    Antes de incorporar uma tecnologia, o Dr. Rubens Pontello Jr. analisa diferentes aspectos. Entre eles, estão a qualidade das evidências, o mecanismo de ação, o perfil de segurança e a utilidade clínica do equipamento.

    Além disso, o médico compara a nova tecnologia com os recursos que já fazem parte da estrutura da clínica.

    Esse processo reduz o risco de adotar um equipamento apenas porque ele está em alta. Em vez disso, a decisão considera o benefício real que a tecnologia pode oferecer aos pacientes.

    Foi exatamente esse caminho que levou à chegada do XERF.

    Depois de acompanhar sua evolução internacional, estudar as informações técnicas e avaliar os possíveis perfis de indicação, o Dr. Rubens Pontello Jr. decidiu incorporar a tecnologia aos protocolos do Instituto Pontello.

    Com isso, o Instituto Pontello tornou-se o primeiro centro da região de Londrina a disponibilizar o XERF com exclusividade.

    Essa escolha também reforça uma característica histórica da clínica. Ao longo de décadas, o Instituto Pontello manteve o compromisso de unir experiência médica e tecnologias capazes de ampliar as possibilidades de tratamento.

    Entretanto, ter equipamentos modernos não basta.

    Mais importante do que possuir a tecnologia é saber quando utilizá-la, como configurar seus parâmetros e com quais tratamentos associá-la.

    Em alguns casos, o XERF pode ocupar o centro da estratégia. Em outros, uma tecnologia diferente pode oferecer uma resposta mais adequada.

    Além disso, determinados pacientes podem se beneficiar de protocolos combinados, definidos de acordo com o tipo de envelhecimento e as características da pele.

    Por essa razão, nenhuma tecnologia substitui a avaliação médica no Instituto Pontello. Pelo contrário, ela amplia as possibilidades disponíveis para o planejamento realizado pelo Dr. Rubens Pontello Jr.

    O diferencial nunca foi apenas ter a tecnologia

    Muitos pacientes associam o resultado diretamente ao nome do equipamento.

    Entretanto, a tecnologia representa apenas uma parte do tratamento.

    Dois médicos podem utilizar o mesmo aparelho e, ainda assim, alcançar resultados diferentes. Isso acontece porque o sucesso depende da seleção do paciente, da escolha dos parâmetros, do conhecimento anatômico e da estratégia adotada.

    Antes da primeira aplicação, o médico precisa compreender como aquele rosto envelheceu.

    Algumas pessoas apresentam perda predominante de colágeno. Já outras possuem flacidez ligamentar, perda de volume, excesso de pele ou alterações em diferentes camadas da face.

    Além disso, vários desses fatores podem aparecer ao mesmo tempo.

    Por isso, o Dr. Rubens Pontello Jr. defende uma abordagem individualizada.

    Cada paciente possui características próprias. Da mesma forma, cada pele envelhece de maneira diferente.

    Consequentemente, o melhor tratamento também muda de uma pessoa para outra.

    O XERF amplia os recursos disponíveis para esse planejamento. Contudo, o equipamento não substitui a experiência clínica, o conhecimento anatômico nem a construção de um plano terapêutico personalizado.

    Esse continua sendo o verdadeiro diferencial do Instituto Pontello.

    O que é o XERF?

    O XERF é uma tecnologia de radiofrequência monopolar desenvolvida para tratar a flacidez e melhorar progressivamente a firmeza da pele.

    Além de utilizar um princípio já consolidado na dermatologia, o equipamento combina duas frequências de radiofrequência com um sistema avançado de resfriamento.

    Dessa forma, o XERF permite distribuir a energia de maneira mais uniforme e confortável durante o procedimento.

    Como consequência, o tratamento estimula a remodelação do colágeno existente e favorece a formação de novas fibras ao longo dos meses.

    Por esse motivo, o objetivo não é produzir uma transformação artificial ou repentina. Pelo contrário, a melhora acompanha o tempo biológico necessário para que a pele responda ao estímulo.

    No Instituto Pontello, o Dr. Rubens Pontello Jr. incorporou o XERF após avaliar o mecanismo de ação, as evidências disponíveis e a utilidade da tecnologia dentro dos protocolos da clínica.

    Assim, o equipamento amplia as possibilidades de tratamento sem substituir o principal critério da dermatologia estética: a indicação individualizada.

    Como o XERF funciona?

    Antes de compreender o procedimento, vale entender como a pele envelhece.

    Com o passar dos anos, o organismo reduz gradualmente a produção de colágeno e elastina. Consequentemente, a pele perde parte da sustentação, da resistência e da elasticidade.

    Inicialmente, essa mudança pode aparecer como linhas finas. Mais tarde, o contorno facial se torna menos definido. Por fim, a flacidez tende a ficar mais perceptível.

    Nesse contexto, o XERF utiliza radiofrequência para gerar um aquecimento controlado nos tecidos.

    Esse estímulo térmico desencadeia respostas biológicas relacionadas à reorganização das fibras de colágeno. Além disso, pode favorecer a produção de novas estruturas de sustentação ao longo do tempo.

    Enquanto a energia atua nos tecidos, o sistema de resfriamento protege a superfície da pele. Com isso, o procedimento se torna mais confortável e permite maior controle da aplicação.

    Portanto, o XERF não funciona como um preenchimento e não busca aumentar o volume do rosto.

    Em vez disso, a tecnologia estimula uma melhora progressiva da firmeza, da elasticidade e da qualidade da pele.

    Por que o XERF vem chamando tanta atenção?

    Nos últimos anos, a dermatologia estética recebeu diversos equipamentos voltados ao estímulo de colágeno.

    Apesar disso, poucas tecnologias alcançaram tanta visibilidade internacional em tão pouco tempo.

    O interesse pelo XERF cresceu porque sua proposta reúne três aspectos valorizados pelos pacientes: tratamento sem cirurgia, recuperação rápida e resultado progressivo.

    Além disso, o sistema permite que o médico ajuste a aplicação conforme a região tratada e as características da pele.

    Dessa maneira, o procedimento pode ser personalizado, em vez de seguir um protocolo idêntico para todas as pessoas.

    Ao mesmo tempo, a presença do XERF em clínicas internacionais e nas rotinas de celebridades ampliou sua exposição nas redes sociais e na imprensa.

    Entretanto, popularidade não garante indicação correta.

    Afinal, mesmo uma tecnologia avançada pode oferecer resultados limitados quando utilizada no paciente inadequado ou diante de objetivos incompatíveis com o método.

    Por isso, o Dr. Rubens Pontello Jr. avalia a origem da flacidez, a qualidade da pele e o grau de envelhecimento antes de recomendar o tratamento.

    O que diferencia o XERF de outras radiofrequências?

    Embora todas as radiofrequências utilizem energia térmica para estimular o colágeno, os equipamentos não funcionam de maneira idêntica.

    Existem diferenças na frequência utilizada, na distribuição do calor, no sistema de resfriamento e nas possibilidades de ajuste dos parâmetros.

    Nesse sentido, o XERF se diferencia pela combinação de duas frequências de radiofrequência monopolar e por seu sistema de controle térmico.

    Consequentemente, o médico pode trabalhar com diferentes estratégias de aquecimento conforme a área tratada e o objetivo clínico.

    Ainda assim, o XERF não substitui automaticamente todas as demais tecnologias.

    Em alguns pacientes, a radiofrequência pode representar a principal escolha. Em outros, lasers, ultrassom microfocado, bioestimuladores ou procedimentos combinados podem oferecer uma abordagem mais adequada.

    Por essa razão, o Instituto Pontello não organiza seus tratamentos a partir do equipamento mais recente.

    Primeiro, o Dr. Rubens Pontello Jr. identifica as principais alterações presentes naquela pele. Depois, define quais recursos podem atuar de maneira complementar.

    Assim, a tecnologia deixa de ser uma tendência isolada e passa a integrar um plano médico personalizado.

    Quais áreas podem ser tratadas com o XERF?

    O XERF pode ser utilizado em regiões que apresentam perda de firmeza e redução da qualidade da pele.

    Entre as principais áreas de tratamento estão:

    • rosto;
    • linha da mandíbula;
    • região abaixo do queixo;
    • pescoço;
    • colo;
    • determinadas áreas corporais, conforme avaliação médica.

    Naturalmente, cada região exige cuidados, parâmetros e objetivos específicos.

    Além disso, a presença de flacidez não significa que todas as áreas devam receber o mesmo protocolo.

    Por exemplo, uma perda discreta de firmeza na mandíbula pode exigir uma estratégia diferente daquela utilizada em um pescoço com excesso importante de pele.

    Portanto, o planejamento realizado pelo Dr. Rubens Pontello Jr. considera tanto a região tratada quanto a causa predominante da alteração.

    Quem pode se beneficiar do XERF?

    Em geral, o tratamento pode beneficiar homens e mulheres que começam a perceber perda de firmeza, redução da elasticidade ou alteração do contorno facial.

    Entre as queixas mais frequentes estão:

    • mandíbula menos definida;
    • flacidez facial leve ou moderada;
    • pele mais fina e menos firme;
    • rugas finas;
    • perda de sustentação no pescoço;
    • redução gradual da elasticidade;
    • aspecto cansado associado à perda de qualidade da pele.

    No entanto, nem toda flacidez surge pelo mesmo motivo.

    Enquanto algumas pessoas apresentam perda predominante de colágeno, outras possuem excesso de pele, redução de volume ou alterações mais profundas na sustentação facial.

    Além disso, mais de um fator pode estar presente no mesmo paciente.

    Consequentemente, duas pessoas da mesma idade e com queixas semelhantes podem receber indicações completamente diferentes.

    É justamente por isso que a consulta com o Dr. Rubens Pontello Jr. ocupa uma etapa central no Instituto Pontello.

    Durante a avaliação, o médico analisa a anatomia facial, a espessura da pele, o grau de flacidez e os objetivos do paciente. A partir disso, define se o XERF deve atuar sozinho ou em associação com outros tratamentos.

    Quem não deve realizar o XERF?

    Embora o XERF seja um procedimento não cirúrgico, ele não é indicado automaticamente para todas as pessoas.

    De modo geral, o tratamento deve ser evitado durante a gestação e em regiões com infecção, feridas abertas ou inflamação ativa.

    Além disso, pacientes com marcapasso, dispositivos eletrônicos implantáveis ou determinados implantes metálicos precisam informar essas condições durante a consulta.

    Outras doenças, tratamentos em andamento ou alterações dermatológicas também podem exigir cuidados específicos.

    Por isso, a equipe do Instituto Pontello realiza uma avaliação clínica antes de definir a segurança e a indicação do procedimento.

    Da mesma forma, pacientes com excesso acentuado de pele podem não alcançar o resultado esperado apenas com radiofrequência.

    Nessas situações, o Dr. Rubens Pontello Jr. explica as limitações do método e apresenta alternativas mais compatíveis com o caso.

    Quais resultados podem ser esperados?

    O objetivo do XERF é melhorar progressivamente a firmeza, a elasticidade e a qualidade da pele.

    Alguns pacientes percebem uma mudança inicial pouco tempo depois da aplicação. Entretanto, a remodelação do colágeno exige tempo.

    Por essa razão, a evolução costuma acontecer ao longo das semanas e dos meses seguintes.

    Entre os possíveis benefícios estão a melhora do contorno facial, a redução discreta da flacidez e uma aparência mais firme e descansada.

    Contudo, o resultado varia conforme a idade, a qualidade da pele, o grau de flacidez, os hábitos de vida e a resposta individual ao tratamento.

    Além disso, o XERF não substitui uma cirurgia quando existe excesso importante de pele.

    Por isso, o Dr. Rubens Pontello Jr. alinha as expectativas antes do procedimento e explica quais mudanças são plausíveis em cada caso.

    O que os estudos científicos mostram até agora?

    A radiofrequência monopolar possui uma trajetória consolidada no tratamento da flacidez leve e moderada.

    Além disso, os estudos iniciais sobre o XERF indicam melhora da firmeza, das rugas finas e da satisfação dos pacientes.

    Entretanto, a tecnologia ainda é recente. Portanto, a literatura científica específica continua em expansão.

    Novos estudos independentes deverão esclarecer melhor a duração dos resultados, os protocolos ideais e as diferenças em relação a outros equipamentos.

    Ainda assim, os dados disponíveis oferecem uma base promissora para sua utilização dentro de indicações bem selecionadas.

    Uma apresentação institucional da tecnologia também descreve o sistema de dupla frequência e sua chegada a novos mercados internacionais. Você pode consultar esse material no comunicado da Cynosure Lutronic.

    No Instituto Pontello, o Dr. Rubens Pontello Jr. considera essas informações em conjunto com a avaliação clínica e com sua experiência no tratamento do envelhecimento facial.

    Primeiro, ele analisa as necessidades do paciente. Em seguida, escolhe a tecnologia e os parâmetros. Por fim, acompanha a evolução do resultado ao longo do tempo.

    Dessa maneira, o XERF não é apresentado como uma solução milagrosa, mas como uma ferramenta moderna dentro de uma estratégia médica individualizada.

    Por que realizar o XERF com o Dr. Rubens Pontello Jr.?

    O acesso a uma tecnologia moderna representa apenas o começo do tratamento.

    Para alcançar um resultado coerente, o médico precisa compreender a anatomia do paciente, identificar as causas da flacidez e ajustar a energia de acordo com cada região.

    Além disso, deve reconhecer quando o XERF pode atuar sozinho e quando uma combinação de tratamentos faz mais sentido.

    O Dr. Rubens Pontello Jr. reúne experiência em dermatologia estética, conhecimento anatômico e acesso a diferentes tecnologias dentro do Instituto Pontello.

    Consequentemente, o planejamento não precisa se limitar a um único equipamento.

    Em vez de adaptar todos os pacientes ao mesmo protocolo, o médico constrói uma estratégia compatível com as necessidades de cada rosto.

    Esse cuidado permite buscar resultados mais naturais, progressivos e alinhados às expectativas reais de cada pessoa.

    O XERF está disponível com exclusividade no Instituto Pontello, em Londrina

    O Instituto Pontello é o primeiro centro da região de Londrina a oferecer o XERF com exclusividade.

    Essa chegada representa mais um capítulo de uma trajetória marcada pela busca constante por inovação e excelência em dermatologia.

    Entretanto, a proposta do Instituto Pontello não é oferecer um procedimento apenas porque ele ganhou destaque internacional.

    O objetivo é compreender quando essa tecnologia pode contribuir de forma concreta para o tratamento de cada paciente.

    Por isso, toda indicação começa com uma avaliação realizada pelo Dr. Rubens Pontello Jr.

    Durante a consulta, o médico analisa a qualidade da pele, o grau de flacidez, o contorno facial e as demais alterações relacionadas ao envelhecimento.

    A partir dessa análise, define se o XERF representa a melhor opção ou se outros tratamentos devem fazer parte do planejamento.

    Se você deseja conhecer o XERF e entender se essa tecnologia é indicada para o seu caso, agende uma avaliação com o Dr. Rubens Pontello Jr. no Instituto Pontello, em Londrina.

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