Equipamentos são ferramentas. O que define o resultado não é o aparelho, e sim a indicação — construída a partir da avaliação de cada pessoa, dentro da atuação do Dr. Rubens Pontello Jr. em dermatologia e cosmiatria em Londrina.
A tecnologia não substitui a avaliação
Equipamentos diferentes atuam sobre estruturas, profundidades e objetivos diferentes. Um recurso baseado em radiofrequência, laser ou ultrassom microfocado pode fazer sentido para uma pessoa e não ter função nenhuma para outra. Por isso não existe “o melhor aparelho” de forma absoluta — existe o recurso adequado a um objetivo, dentro de um plano, e é a avaliação clínica que define isso.
Para que servem as tecnologias baseadas em energia
De forma ampla, recursos baseados em energia podem atuar sobre a formação de colágeno, a textura e a firmeza da pele, ou sobre estruturas mais profundas, dependendo da tecnologia e dos parâmetros utilizados. Nenhum deles substitui a avaliação clínica: eles entram no planejamento como uma entre várias estratégias possíveis, quando a avaliação identifica essa indicação.
Exemplos de tecnologias já incorporadas ao planejamento
O Instituto Pontello acompanha tecnologias que já têm base de evidência para uso em dermatologia e cosmiatria. Dois exemplos: o XERF, uma tecnologia de radiofrequência que ganhou destaque internacional e passou a integrar clínicas de referência, e o laser de picossegundos, utilizado em indicações específicas de pigmentação e textura. Nenhum dos dois é indicado de forma padronizada — a indicação depende da avaliação de cada caso.
Tecnologia dentro de um plano, não como ponto de partida
O mesmo raciocínio se aplica a qualquer recurso tecnológico: ele entra depois da avaliação, da compreensão do que está mudando e do planejamento — nunca antes. Essas etapas fazem parte da atuação em cosmiatria e dermatologia estética, e ajudam a definir se e quando uma tecnologia tem indicação para uma pessoa.
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